sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Educação à Distância vale a pena?

As quatro perguntas e o texto abaixo fazem parte de um trabalho de Estudos Disciplinares no 2º Semestre, referente ao Curso de Pedagogia da Universidade Paulista - UNIP Interativa. Serve de informação, assim como também de modelo para temas semelhantes. Afinal, é uma dúvida constante: faculdade a distância vale a pena?

PARTE I


1) Dariam algum conselho para ajudar os alunos a prever possíveis dificuldades na EAD?

A EAD tem se expandido pelo Brasil fazendo com que o curso superior seja mais acessível para as pessoas que tinham impossibilidades, principalmente pela falta de tempo de frequentar um campus presencialmente. Porém, muitas pessoas confundem facilidade de acesso com falta de esforço. Tanto é que muitas pessoas tem o preconceito com uma faculdade EAD pelo fato de achar que nesta não se estuda o suficiente. É preciso iniciar os estudos neste módulo sem este preconceito, tendo consciência de que tem que estudar tanto quanto no módulo presencial. Por isso, é fundamental ter uma boa organização; manter uma rotina; e evitar ao máximo a distração com as redes sociais no tempo reservado para o estudo.

2) Aconselhariam a abandonar a ideia de um curso a distância? Por quê?

Partindo do pressuposto de que cada ser humano é uma individualidade, ou seja, tem características próprias, e o que funciona para mim pode não funcionar para o outro, aconselharia sim caso o ensino presencial se encaixasse melhor com sua vida. O ensino a distância é tão vantajoso quanto o presencial, mas deve-se observar se realmente a pessoa com suas potencialidades se encaixa em tal modalidade. Da mesma maneira que uma pessoa impossibilitada de frequentar um campus presencialmente, por exemplo, uma pessoa que trabalha no horário que teria aulas e/ou que viaja muito, é mais viável fazer um curso na modalidade EAD uma vez que poderá organizar seus estudos de acordo com sua rotina. Em contrapartida, aquele aluno que está na modalidade EAD, mas não consegue se organizar e/ou se adaptar a esta modalidade, caso seja possível, recomendo que vá para a modalidade presencial. O que devemos focar não é a modalidade, mas sim o que é melhor para a aprendizagem de cada estudante.

3) Falariam para eles o que funcionava bem “na época de vocês” que poderia ajudá-los?

Para se dar bem no ensino a distância é necessário que o estudante utilize todas as ferramentas úteis que a instituição de ensino oferece. Em caso de dúvida, ligar na tutoria, entrar em contato por e-mail. Por mais que pareça óbvio, não negligenciar a leitura do livro-texto e nem deixar de assistir as aulas, assim como fazer as atividades propostas - ajudarão bastante na fixação do conteúdo. É interessante também o aluno tomar atitude de estudante universitário, ou seja, buscar realmente o conhecimento, pesquisar, buscar a verdade. Por isso, é necessário ser um leitor. Para isso existe a biblioteca vital e a própria biblioteca física no campus da universidade.

4) Quais seriam aqueles truques que poderiam ser ensinados para esses alunos para que aproveitassem o curso de Pedagogia ao máximo?

Como boa parte das reclamações de quem estuda a distância gira em torno das distrações, a dica fundamental é, ao estudar usando o computador, tablete, celular etc, não usar as redes sociais excessivamente. Busque não utilizá-las durante o tempo de estudo. Muitas pessoas apresentam dificuldades para ler os arquivos em PDF; o motivo é a luz emitida pelos monitores que causa desconforto nos olhos. Para evitar este problema, o aluno pode adquirir o Livro-Texto impresso junto a instituição de ensino. Para melhor aproveitar o curso e assimilar o conteúdo, aconselho ler os arquivos e escrever em um caderno as partes mais importantes; isso ajudará a memorizar. E falando especificamente do curso de Pedagogia, uma dica importante é, para preencher as horas de atividades complementares, ler livros do interesse de estudo, ou seja, sobre algo que queira falar no TCC. Isso fará com que ganhe tempo, afinal, no fim do curso muitos passam por complicações justamente por não terem feito esta organização.





PARTE II

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA VALE A PENA?

Uma das principais dúvidas de quem cogita se matricular em um curso superior na modalidade EAD é se este modelo de ensino lhe trará verdadeiro aprendizado. Não à toa, muitas pessoas têm o preconceito de achar que faculdade a distância é uma maneira de conseguir o diploma mais rápido sem ter que estudar muito. Até mesmo algumas instituições de ensino que oferecem cursos nesta modalidade costumam usar frases de efeito como “estude quando quiser”. O correto seria “estude quando puder”, ou seja, de acordo com a possibilidade dada pela rotina de cada pessoa; pois, quando se diz “quando quiser”, soa como “quando tiver vontade”. E boa parte dos alunos, universitários ou da Educação Básica, mesmo no módulo presencial – não tem vontade de estudar; ou seja, faz a média para conseguir o diploma. Portanto, essa concepção equivocada faz dos cursos no módulo EAD não serem reconhecidos como caminhos para o conhecimento, mas sim atalhos para o diploma.
Se concebermos um curso superior online como ele deve ser concebido, ou seja, como um meio de acesso ao conhecimento, de alcançar a sabedoria; não apenas recebendo informações, mas investigando cientificamente para chegar à verdade; assim como é – ou deveria ser - em um curso presencial, com a única diferença que entre o professor e o aluno está o computador e apostilas, veremos que vale a pena sim ingressar neste modelo de ensino. Para provar isso podemos analisar os dados encontrados no portal do Ministério da Educação, onde é mostrado uma proximidade entre os cursos da EAD e do presencial na nota do ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). O curso presencial de Pedagogia oferecido pela UNIP no campus de Brasília tem nota 5 (nota máxima), enquanto o curso oferecido pela mesma instituição no módulo EAD tirou 3; ou seja, ficou na média aprovada pelo Ministério da Educação. Vale ressaltar, porém, que a nota dos cursos a distância é feita com a média geral de todos os polos da instituição espalhados pelo país. E sabemos que há vários municípios com problemas na formação básica dos alunos, podendo ter afetado o aprendizado dos mesmos no curso superior. Mas o fato é que o curso na modalidade EAD da UNIP ficou na média; portanto, é considerado bom pelo MEC. Para comprovar que não é o fato de ser EAD o fator primordial a interferir na nota, devo ressaltar que o curso presencial da mesma instituição de ensino também tirou nota 3 em diversos outros campos, como em Bauru-SP, por exemplo.
Ainda falando de ENADE, podemos constatar algumas curiosidades que nos chamam a atenção para o resultado que uma faculdade a distância pode trazer. Os dados do MEC mostram que os cursos de Pedagogia oferecido pela Universidade de Brasília (UNB), tanto presencial como a distância, têm a mesma nota, 4. Já o curso de Administração oferecido pela UNB tem maior nota na modalidade EAD, 5, do que no presencial, 4. O mesmo curso oferecido pela UNIP Interativa tirou 4. Ou seja, o curso a distância oferecido pela UNIP tem a mesma nota no ENADE que uma Universidade Federal, no caso, a UNB, na sua modalidade presencial. Portanto, fica evidente que o fator primordial para o ensino-aprendizagem não está na presença física do aluno em uma universidade; mas sim se a instituição de ensino, virtual ou presencialmente, oferece meios que proporcione ao aluno chegar ao conhecimento; e, em contrapartida, se o aluno aproveita os meios para estudar.
Para que o aluno matriculado no curso a distância possa ter o mesmo desempenho que o matriculado no presencial, ou mesmo superá-lo, é necessário que ele tenha a convicção de que precisa estudar sempre que possível. Não importa se o que pesa na hora de escolher a modalidade é o valor da mensalidade e/ou a rotina que impede a ida ao campus diariamente - o aluno tem que saber organizar-se de tal modo que possa estudar com afinco para aprender a matéria; e não ficar somente na média para ser aprovado e, não poucas vezes, esquecer tudo depois.
Mas o que é aprendizagem? Segundo Lima (1973),
Aprendizagem pode ser definida como um processo que conduz à aquisição de certa habilidade para responder de forma adequada a uma situação nova ou já conhecida. Também podemos definir aprendizagem como a fixação de dados na memória, de forma que os mesmos podem ser lembrados e reconhecidos.
Sendo assim, aprender significa dominar determinados conhecimentos. É reter saberes importantes. É necessário, portanto, compreender como adquirir conhecimento real numa plataforma de ensino virtual.
De início é preciso buscar corrigir alguns defeitos independentemente da modalidade matriculada. É necessário compreender que, segundo Piazzi (2014), o Brasil tem milhões de alunos, e pouquíssimos estudantes. Isso porque, ainda segundo o Professor Pierluigi Piazzi, aluno assiste aula; já o estudante, estuda. Ou seja, tomando como exemplo alguém que assista as aulas pela manhã, o aluno só irá assistir as aulas e acha que é o suficiente; já o estudante, porque quer aprender realmente, estuda no pós-aula pesquisando, lendo, escrevendo as partes mais importantes etc. Enfim, o aluno é passivo; o estudante, ativo. Talvez isto explique o baixo rendimento escolar, uma vez que milhões de crianças e jovens vão às aulas; mas, no horário contrário à escola/universidade, gasta-se o tempo em videogames, redes sociais, baladas, etc., deixando o pseudo estudo para dias/horas antes da prova somente para evitar reprovação.
Ao ingressar no mundo acadêmico, na modalidade a distância, a pessoa deve tomar consciência de que precisa sair do campo do ser aluno para ser um autêntico estudante. Em suma, podemos dizer que nos ambientes virtuais de aprendizagem encontramos poucas aulas em comparação com o sistema presencial. Isso porque, dependendo do modelo que a instituição de ensino usar, a carga horária de cada disciplina que seria as aulas no presencial, são divididas em vídeo-aulas e livros-texto. Isso faz com que aquelas pessoas que tenham uma dificuldade maior para compreender determinada matéria sintam-se desanimadas, uma vez que não tem como levantar a mão e pedir para o professor explicar determinado ponto. Mas o desânimo não pode dominar, deve-se buscar criar o conhecimento também de maneira individual, ou seja, pesquisar para complementar o conhecimento oferecido pela faculdade. Isso deve ser feito no modelo presencial, muito embora muitos fiquem no senso comum do que o professor pede/fala.
Sabemos que todo estudante que se preze deve ser um leitor. Infelizmente sabemos que o brasileiro lê pouco. E o atual sistema de ensino a distância pode ludibriar o aluno. Isso porque ao ler um livro-texto o aluno tem a impressão que está sendo um grande leitor; mas, na verdade, ele está apenas “assistindo aula”. Afinal, afirmei acima que as vídeo-aulas e os livros-texto são equivalentes as aulas do presencial. Sendo assim, se o aluno não tem o hábito de ler, não raramente lerá – e com dificuldade – somente o livro-texto de cada disciplina, e achará que está lendo muita coisa. Enquanto isso, os livros de outros pensadores, até mesmo indicados pela própria universidade através do livro-texto ou outro meio, são deixados para depois ou mesmo esquecidos.
É verdade que o fato de ter vídeo-aulas e o livro-texto traz uma vantagem. Uma vez que você pode assistir uma vídeo-aula e, de preferência no mesmo dia, iniciar a leitura do livro-texto referente aquela vídeo-aula. Isso facilitará a assimilação do conteúdo. E mesmo não sendo aula de viva voz, como no presencial, o livro-texto permite ler e reler, escrever o que foi dito, facilitando a memorização.
Uma dica muito importante para quem quer estudar na modalidade EAD, é justamente se reconhecer universitário - levar a sério o próprio estudo, criar uma rotina de estudos. Não importa se você pode estudar duas, três ou quatro horas por dia; o que você precisa é levar a sério e dar o melhor de si neste tempo. Sem distrações ou tendo-as o menos possível. Eis um grande problema: já que para acessar as vídeo-aulas, responder questionários, participar dos fóruns, é preciso estar acessando a internet, deve-se tomar o cuidado de não acabar se distraindo demasiadamente nas redes sociais; afinal, usar o AVA (Ambiente de Virtual de Aprendizagem) e as redes sociais ao mesmo tempo, ou interromper o estudo com frequência para ver as atualizações da rede, poderão impactar negativamente no aprendizado do universitário. Quantos preciosos minutos – quiçá horas – as redes sociais têm nos roubado diariamente? O estudante necessita usar o menos possível as redes sociais.
Este é um mal que é preciso combater. Não poucas vezes a pessoa estará fatigada por causa dos afazeres do dia a dia, ou cansada de assistir a vídeo-aula ou de ler, aí vem a tentação de olhar a rede social. A ideia, às vezes, é de usar por dois minutinhos, mas quando percebe, já se consumiu mais da metade do tempo que era reservado ao estudo. É preciso se policiar, uma vez que lá na frente, tirando notas ruins, o aluno tenderá a dizer que o método da EAD não funciona; enquanto, na verdade, o que nos falta é organização e uso consciente do tempo.
Um outro problema encontrado por muitos estudantes é a vista cansada por causa da leitura usando o computador. O que é recomendável é que o estudante busque junto a instituição de ensino os livros-texto impressos, caso seja oferecido pela mesma. Não sendo possível, busque ler pelo computador, porém, após um tempo considerável, saia da frente da tela do PC e faça uma saudável distração com menos brilho de luz azul (emitida pelos monitores) nos olhos. Devemos evitar, porém, um erro comum: no momento de descansar a vista, cansada pela leitura do PDF, acessamos as redes sociais pelo próprio computador ou celular, ou seja, continua recebendo luz azul do monitor e forçando leitura de assuntos diversos. Aí após voltar a ler o conteúdo da faculdade, já reinicia fadigado.
Para o bom êxito na vida acadêmica, é necessário que o estudante crie um ambiente favorável para os seus estudos. Normalmente nas universidades presenciais há silêncio, que é de suma importância para se estudar. É preciso, portanto, criar este ambiente favorável para fazer a mente trabalhar. Não quero falar de um problema não menos grave, porém não tão fácil de solucionar, como é o caso do barulho de vizinhos, principalmente com seus sons altos. Se for possível fugir deste barulho, ótimo. Caso contrário, é preciso fazer um esforço!
O problema grave, porém, não é a incompreensão das pessoas que estão fora dos muros, mas das que convivem com o estudante. O estudante precisa, educadamente, fazer com que as pessoas ao seu redor entendam que ele é um estudante universitário, que está fazendo algo sério em prol do seu futuro. Imagine a seguinte situação: uma mulher, após um dia de trabalho, está as 21h conseguindo avançar no estudo do seu curso; de repente, o marido pede para ela ir dar comida ao filho, afinal, o jogo de futebol está começando e ele não quer deixar de assistir. É óbvio que nem marido, nem tampouco filho, atrapalha nos estudos; o que falta, porém, é a compreensão do marido que poderia fazer um pequeno sacrifício (perder uns minutos do jogo) para poder dar comida ao filho; e, assim, proporcionar que sua esposa pudesse continuar estudando com tranquilidade. Um outro exemplo é um rapaz que tenta se concentrar nos estudos, mas, não poucas vezes, é interrompido pelos pais ou irmãos lhe pedindo favores. Não estou dizendo que o estudante deve ser um mal-educado e não ajudar os outros, porém, é preciso que as pessoas da sua casa compreendam que não se pode interromper os estudos alheios por coisas pequenas e/ou que podem ser feitas em um momento mais oportuno. Muitas pessoas acham que seus parentes e amigos que estudam a distância, por ter um calendário mais flexível, pode parar de estudar para ir fazer coisas diversas, pois julgam que não atrapalhará. Estudar agora, pensam eles, ou daqui a uma hora, tanto faz. Enquanto, na verdade, a sequência de interrupções só gera o caos; afinal, o estudante tenta mergulhar, mas sempre alguém o segura. Por isso, é necessário se portar como estudante universitário e pedir a compreensão dos da sua casa. Afinal, creia-me, os que mais atrapalham a pessoa a “engatar” nos estudos, serão as que mais cobrarão caso este venha a ter uma nota vermelha. Muitos dirão: “estuda em casa, tranquilo, e ainda reprovou! O que estava fazendo que não conseguiu passar?”.
Por isso, é mister o que ensina Sertillanges (1920):
A este respeito, a mulher dum intelectual tem uma missão que talvez seja bom assinalar, tão frequentemente ela a esquece e, em vez de ser a Beatriz, só sabe ser o periquito tagarela e dissipador. [...] A vida comum tem aqui por centro um cimo; a mulher deve instalar-se nele, em vez de procurar distrair dele o pensamento do homem. Arrastá-lo para bagatelas alheias às suas aspirações, é o desviar o marido destas duas vidas que mutuamente se contradizem. [...] As divisões ocasionadas pela incompreensão da alma irmã são fatais à produção; introduzem no espírito uma inquietação que o corrói; não lhe fica ardor nem alegria, e como é que a ave voaria sem asas, a ave e a alma sem o seu canto? Por conseguinte, a guarda do lar não deve ser o gênio mal, mas sim a musa do mesmo lar.
Lar onde no escritório do marido se vê a mesa ou o açafate de costura da esposa, onde o amor adeja em silêncio, deixando flutuar as asas ao vento dos nobres sonhos e da inspiração, é imagem do trabalho. Na unidade da vida inaugurada pelo matrimônio cristão, há lugar para a unidade de pensamento e de recolhimento. Quanto mais juntas estiverem as almas irmãs, tanto mais defendidas estarão contra o ruído exterior.

Na época em que Sertillanges escreveu A vida intelectual o comum era que os homens se dedicassem mais efetivamente a este ofício (intelectual); e aqui, neste trecho, ele fala do auxílio que a esposa de um intelectual deveria prestar ao marido. O que podemos tirar deste texto é algo importantíssimo: não importa se homem ou mulher, casado ou solteiro, é necessário ter a compreensão daqueles que estão no convívio diário para poder estudar com frutos. É necessário ter uma só alma; auxiliar, ajudar. E, como diria o ditado popular, muito ajuda quem não atrapalha.
Por fim, reforço que sim, vale a pena estudar a distância! Mas é necessário ter uma organização de vida. É necessário devotar o coração nesta causa - não de simplesmente receber um diploma, mas de buscar a sabedoria. Se este for o intento dos mais de um milhão de matriculados em cursos EAD, segundo o Censo de 2013; esta modalidade de ensino dará bons frutos tanto quanto a modalidade presencial.





Bibliografia
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