terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem #6 - Aprovação da Igreja e preparação

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Salve Maria Imaculada, nossa Corredentora e Mãe!
A total consagração à Nossa Senhora pelo método de São Luís Maria Grignion de Montfort, através do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, escrito pelo santo, tem sido bastante difundido no Brasil. Porém, não poucas dúvidas fazem com que muitas pessoas não se consagrem à Nossa Senhora, e até mesmo padres e Bispos, por receio, não veem com bons olhos a mesma consagração.
Foi justamente pensando em esclarecer essas dúvidas, que o Padre Rodrigo Maria faz uma nova publicação: Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem. Trata-se de um livro, com perguntas e respostas, sobre a consagração proposta por S. Luís. Neste Catecismo, podemos encontrar, por exemplo, no que consiste a consagração, quem pode fazê-la, quais as “obrigações”, a aprovação da Igreja, etc. Em suma, se poderá constatar que a maioria das coisas que nos impedem de nos consagrar ou propagar a consagração, não passam de confusões, de receios por algo que nem se quer faz parte da consagração em si.
Por isso, vários blogueiros e vloggers católicos consagrados à Virgem se uniram para resenhar o Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem. Abaixo você poderá ler um resumo do que nos é ensinado na Sexta Parte e no Anexo VI da referida obra.

Aprovação da Igreja
Não poucas pessoas receiam se consagrar a Nossa Senhora, ou simplesmente não tem apreço por ela, por achar que esta não passa de uma invenção moderna, um exagero e que não faz parte do espírito da Igreja. Todavia, devemos esclarecer que esta é uma devoção não só antiquíssima na Igreja, como também aprovada pela mesma.
O próprio São Luís Maria Grignion de Montfort afirma no Tratado que ele não está inventando uma consagração, mas simplesmente compilou o que seria esta consagração; pois o santo afirma que há indícios de há mais de 800 anos a existência da consagração como escravo de amor.
Mas para nos valer não somente da historicidade da devoção popular, mas do próprio ensinamento da Igreja, é mister lembrar algumas citações da aprovação dos vários Papas que o Catecismo da Total Consagração nos aponta:
Urbano VIII (1623-1644) – Este soberano Pontífice, consultando sobre as práticas exteriores de nossa devoção, especialmente sobre as correntinhas que os escravos trazem, aprovou tão louvável fervor e deu a 20 de junho de 1631 a bula Cum sicut accepimus , pela qual concede grande número de indulgências aos escravos de Maria Santíssima.
Pio IX (1846-1878) – é sob seu pontificado que, a 12 de maio de 1853, se promulga em Roma o decreto declaratório de que os escritos de São Luís eram isentos de todo erro que pudesse obstar-lhe a beatificação. (Catecismo da Total Consagração, pag.175)
Portanto, não temamos nos consagrar à Virgem Maria, pois esta é uma devoção aprovada e recomendada pela Igreja. Há, inclusive, associação (antigas confrarias) aprovadas pelo Vaticano, em que para se ingressar é necessário fazer a consagração pelo método de S. Luís.
Além dos vários santos, e dos vários Papas que a aprovaram e é citado no Catecismo da Total Consagração, o exemplo mais eloquente é o de São João Paulo II. O lema de seu pontificado “Totus Tuus” faz referência a esta consagração. No próprio site do Vaticano se poderá encontrar cartas que ele escreveu aos monfortinos, onde conta sobre sua consagração a Nossa Senhora pelo método de S. Luís.  
A leitura deste livro marcou em minha vida uma transformação decisiva. A consciência foi que a devoção de minha infância e mesmo de minha juventude para com a mãe de Cristo ganhou uma nova dimensão... Enquanto antes me mostrava reservado, com medo de que a devoção a Maria pudesse deixar Cristo na sombra, em vez de lhe dar prioridade, entendi agora, à luz do Tratado de Grignion de Montfort, que a realidade é totalmente diferente.
A devoção a Maria, que tomou assim uma forma determinada, continuou viva em mim. Tornou-se uma parte integrante da minha vida interior e de meu conhecimento espiritual de Deus (Catecismo da Total Consagração, pag.179-180).
Sobre a preparação para a consagração, a cerimônia, o uso das correntes e outros
Na sexta parte do Catecismo da Total Consagração, nos é esclarecido vários pontos importantes. A consagração à Nossa Senhora, é uma renovação perfeita dos votos do batismo. Portanto, é algo pessoal. Mesmo que um padre venha a se opor a esta consagração, recusando-se a permitir que a mesma seja feita em público na Missa, a pessoa pode fazê-la sozinha, pois é um ato pessoal.
A preparação para a consagração se dá após os 30 (ou 33) dias de preparação, conforme indicado por S. Luís. A consagração deverá ser feita preferencialmente em uma Missa, após a Comunhão. Ou seja, você deve comungar, aí em ação de graças, recita-se a fórmula de consagração que está no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem.
Onde o sacerdote permitir que se faça de maneira pública, no Catecismo da Total Consagração tem como fazer a cerimônia com as devidas orações, para ficar organizado.
É mister lembrar também que não é obrigado usar as correntes como sinais exteriores. Muito embora seja recomendado, por ser sacramental, e um sinal específico desta consagração, sendo um meio eficaz de propagar esta devoção. Porém, é algo facultativo. Também é importante lembrar que deve-se usar a prudência: nem correntes pequeninas demais que nem sequer pareçam com correntes, mas simples pulseiras; nem correntes grossas demais. Prudência!
Outra dúvida que muitos têm, é sobre a necessidade padrinho/madrinha de consagração. A resposta é clara:
Não existem padrinhos para esta consagração. O que pode haver são pessoas que nos ajudam a conhecer ou nos prepararem para essa total entrega, mas não convém chamá-los de padrinhos para não banalizar essa, que é uma função específica dentro da Igreja. (Catecismo da Total Consagração, pag. 124)

O Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem é muito rico em conteúdo, e com certeza suprirá vossas dúvidas sobre esta consagração, que não apenas é bela, mas necessária e urgente para os nossos dias. Recomendo a obra para você que vai se consagrar, mas também para os já consagrados que tenham dúvidas e/ou formam ou desejam formar pessoas para o exército da Imaculada. Afinal, muitas vezes padres e Bispos se opõe à esta consagração, não pelo que ela é, mas pelo mal exemplo dos consagrados, que saindo da essência da consagração, inventam coisas de cunho pessoal, não poucas vezes sem discernimento e embasamento, e causam confusão por coisas que nem se quer é da consagração. Portanto, busquemos conhecer a essência da consagração, pois é disso que a Igreja precisa.
“Meu povo se perde por falta de conhecimento” (Oséias 4,6)
#DOESEUSMÉRITOS

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Para saber mais sobre o passo a passo para se consagrar, acesse: http://www.andersoncarlosbezerra.com/2015/11/como-me-consagrar-nossa-senhora-santa.html



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