quarta-feira, 24 de agosto de 2016

A Educação Democrática de Paulo Freire e a formação de militantes de esquerda através da Educação

Sou uma pessoa muito abençoada por Deus. Uma das graças que posso testemunhar é ter conhecido o pensamento de Paulo Freire antes de ter iniciado a Faculdade de Pedagogia. Não, ele não é minha inspiração; mas antes o grande vilão da história que tende a ser mostrado como o mocinho. Enquanto muitos colegas de curso entram na faculdade “crus”, fui agraciado em ler textos e assistir vídeos de grandes intelectuais que discorriam sobre os grandes erros da Pedagogia do Oprimido, escrito por Paulo Freire, e como seu pensamento contribuiu para a falência do sistema educacional brasileiro.
            Por mais que os esquerdistas chiliquem, Freire é o grande responsável pela decadência no ensino no Brasil. Tudo bem, vamos aliviar um pouco! Ele não é o grande vilão, mais culpa tem quem deu ouvidos à ele e continuam propagando seu pensamento como se fosse coisa boa. Como pode ser bom um método educacional que faz com que estudantes cheguem à universidade analfabetos funcionais? Como posso elogiar Freire, se seu método educacional faz o Brasil ficar nos últimos lugares nos testes educacionais. Não citarei nem o nome dos testes, uma vez que qualquer um que você pesquise verá o Brasil nas últimas colocações.
             Nossas escolas não têm formado nem bons cidadãos, nem tampouco sábios. Mas tem sido grandes cultivadoras de militantes de esquerda. Queria que as escolas e universidades formassem mulheres de fibra como S. Edith Stein, que mesmo antes de ser religiosa foi uma importante filósofa tornando-se professora universitária; ou mesmo uma Maria Montessori, uma das primeiras mulheres a se formarem em Medicina na Itália e posteriormente tornou-se uma das mais importantes educadoras da Itália. Montessori, sim, é minha grande inspiração. Seu método alfabetizava em poucos meses crianças de 3 anos e meio à 4 anos. Já o método de Paulo Freire... Enfim, o fato é que das nossas escolas não saem Montessoris, mas saem garotas mimizentas dispostas a mostrar as tetas em nome de uma pseudo liberdade; contra uma suposta opressão que, ao questioná-las, nem sabem descrever senão repetindo chavões toscos. Tenho minhas dúvidas se teremos um novo Santos Dumont; mas tenha a certeza que nossas escolas formarão exímios manifestantes pró liberação da maconha. Aliás, as discussões, os debates sérios, a busca pela verdade é trocada pelo baile funk na escola, afinal, a escola deve ser promotora de cultura (Funk é cultura?).
            O fato é que, como ensina-nos Chesterton em O que há de errado com o mundo?,
o sistema escolar público pode não estar funcionando satisfatoriamente, mas funciona. As escolas públicas podem não alcançar o que queremos, mas alcançam o que elas querem.

Então fica a pergunta? Qual o fim da escola? Para que, de fato, serve a educação? Se engana quem acha que a escola é o local do conhecimento, de ensinar os saberes, de fomentar a busca pela verdade. Nem precisa ser estudante de Pedagogia, mas este sabe com maior clareza, para ler e ouvir os discursos que dizem que a escola é um local de mudança social. Não, a escola brasileira não é mais um local para ensinar língua portuguesa, matemática, biologia, física, etc.; mas sim discutir os dogmas, o capitalismo, e mostrar como o socialismo pode ser legal – embora tenha matado 90 milhões de pessoas.
            O sistema educacional brasileiro, enraizado no pensamento de Paulo Freire, afasta o estudante do campo da busca da verdade, e o põe sob o jugo da escravidão da doutrinação marxista. O método de Paulo Freire é marxismo puro. É um usar da educação para fins revolucionários. Ele fez muito bem o dever de casa da Escola de Frankfurt; executou – desgraçadamente para os amantes da verdade – com perfeição a tática de ocupar os espaços: fez das escolas o campo de batalha desta guerra cultural.
            Hoje mesmo estava estudando o Livro-texto da disciplina Comunicação e Expressão disponibilizado pela Faculdade, onde trazia um trecho dos escritos de Paulo Freire que nos mostra o que, segundo ele, deve ser a escola, ou antes, como deve agir o professor. No seguinte trecho, caríssimos, vocês perceberão o porquê a escola tem formado militontos, e não homens e mulheres sábios preparados para a vida:
O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão. Uma de suas tarefas primordiais é trabalhar com os educandos a rigorosidade metódica com que devem se “aproximar” dos objetos cognoscíveis. (grifos e sublinhado meu)

     
       Como pudemos ler no trecho acima, segundo o pensamento de Paulo Freire, o Educador tem que ser democrático. Nós temos um sentimento utópico de uma democracia perfeita e blá, blá blá. O que a pseudo “nova educação”, “educação popular”, ou o que Paulo Freire chama de “Pedagogia do Oprimido” ensina é que ninguém ensina nada, ou seja, o professor não deve ser autoritário, antiquado, e querer passar algum conhecimento para o aluno, pois o conhecimento é realizado por ambos. Resumindo seu pensamento neste sentido, não é que o aluno não saiba aquela matéria, é que existem vários saberes. É, resumindo, o veneno do sócio construtivismo que fez com que educadores achassem que os educandos se "autoeducariam", aprenderiam por si mesmos sem precisar da intervenção de ninguém. O engraçado é que os mesmos que defendem isso costumam ser contra o Homeschooling. Mas até mesmo o homeschooling que é a educação domiciliar, deixa aberto a intervenção dos pais e/ou um tutor que auxilie em alguma disciplina; o próprio autodidatismo também requer o auxílio de um terceiro (leitura de livros, por exemplo). Mas, segundo a ideia de “educador democrático”, eu deveria rejeitar uma aula ministrada por Santo Tomás de Aquino, pois o conhecimento tem que ser democrático, eu também devo contribuir para produzir o conhecimento. Bom, embora seja uma verdade que não ninguém tão ignorante que não tenha algo a ensinar, esta afirmativa mostra que se eu tenho algo a ensinar é porque tenho um conhecimento, tenho uma verdade que deve ser transmitida. Santo Tomás de Aquino ou, para apelar menos, qualquer professor da atualidade, não pode chegar numa sala de aula e dizer que ensinará sobre determinada matéria; deve – isso sim! – discutir ideias. Para ficar mais claro: não seve ensinar que dois mais dois é igual a quatro; mas deve-se invocar a democracia e questionar aos alunos: queridinhos, vocês concordam? O que vocês acham desta afirmativa? A intenção é que logo surja um revolucionário dizendo que tal afirmativa é arcaica, do tempo medieval, e que os números exatos não existem, são relativos, e segundo sua concepção dois mais dois é igual a cinco e meio.
            Ainda sobre essa ideia maluca de que não se deve ensinar nada: para mim, sinceramente, não faz sentido; o próprio Estado não acredita nisso. Afinal, se não se deve ensinar nada, ou seja, não se deve impor um conhecimento, porque diabos o Estado me obriga a ter um diploma de graduação para ministrar aulas em uma escola comum? Se preciso ir para a faculdade, pressupõe-se que eu vá aprender algo, que pressupõe-se por sua vez que este conhecimento (relacionado diretamente ao magistério) deva ser transmitido para meus alunos. Se não tenho que ensinar nada, o diploma deveria ser desnecessário. Mas, além do conhecimento, a faculdade tem um importante papel nos dias atuais: doutrinar o professor para que seja mais um “educador democrático”, ou seja, agente da doutrinação marxista nas escolas de ensino básico.
            É exatamente isso o que podemos auferir das palavras de Paulo Freire “O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua submissão” (grifo meu): o professor não deve, na sua prática docente, ou seja, na sala de aula, segundo a teoria de Freire, ensinar o que lhe cabe em tal disciplina; mas sim, é um DEVER usar a sala de aula para reforçar a capacidade crítica, debates, discordar de tudo e de todos como se não houvesse uma verdade.
            Vamos para os exemplos práticos. Um professor de História, por exemplo, ao invés de ensinar fatos ocorridos no passado, com suas devidas fontes históricas (primárias), não pode negar-se o dever de, ao invés destas aulas de história, fomentar a capacidade crítica do aluno, ou seja, instruí-lo a criticar tudo (ou quase tudo) que vem do passado e até mesmo a vomitar ignorâncias para com instituições milenares que ainda estão de pé. Não se ensina sobre a história da Igreja, suas contribuições históricas, ou mesmo sobre a Inquisição; mas se inspira o espírito crítico para debatermos sobre o pseudo poder centralizador da Igreja na sociedade, suas atrocidades (sem fontes primárias – como no caso da calúnia de venda de terreno no Céu, algo que a instituição Igreja Católica nunca fez. Não nego que membros dela podem ter cometido erros muito maiores, mas nunca foi esta a doutrina da Igreja. Podem ler sobre a própria vida dos santos da época, como São Francisco de Assis, Santa Catarina de Sena, etc.) – tendo como meta despertar este espírito crítico contra a Igreja atual, para contestá-la por causa da continuidade firme em sua doutrina imutável que não aceita determinadas coisas que o mundo quer impor.
            O professor de História esquece ou oculta a importância da Igreja Católica para a construção da Civilização Ocidental e a importância da própria Inquisição para a modernização do poder judiciário. Esta segunda afirmativa pode causar estranheza, mas deixe-me contar algumas coisas que alguns professores de História não contam: As cruzadas ocorreram contra bárbaros e muçulmanos que invadiam Igrejas, tomaram a Terra Santa, invadiam conventos e estupravam freiras. Chegou em tal situação que foi preciso empunhar a espada. Hoje, século XXI, com o Estado Islâmico aterrorizando o mundo, o melhor meio humano que acharam foi atirar nos terroristas, bombardear alguma sede deles (quando descoberta), enfim, se para amenizar o mal dos radicais islâmicos de hoje é preciso a guerra, o que vocês esperavam que os cristãos fizessem com a onda de terror cometido naquele tempo? “Ó, por favor, não estupre minha esposa e minhas filhas! Não queime nossa cidade. Vamos dialogar, companheiro...” O mesmo ocorria com a Inquisição, que é um tribunal de investigação. Ora, o mesmo investigava heresias terríveis, pessoas que eram acusadas de bruxaria (onde até queimava-se crianças vivas em rituais), de pregar o suicídio, etc. O Estado tinha a religião Católica como oficial, e, segundo suas leis, deviam punir alguns crimes. A Igreja agia com o tribunal da Inquisição para evitar o máximo possível que se cometesse injustiças. Aliás, muitos dos que foram acusados de crimes queriam ser investigados pela Inquisição, pois esta trouxe algo que nem sempre foi respeitado: direito a defesa. Além disso, a Igreja tinha tal tribunal para evitar que o povo cometesse um erro ao fazer “justiça” com as próprias mãos; afinal, se hoje com a tecnologia uma calúnia faz estrago, imagina há 500 anos atrás como era alguém caluniado... Então a Igreja investigava, conforme era possível, se de fato tal pessoa era o que lhe acusavam. Porém, boa parte dos professores de história não contam tais fatos em suas devidas contextualizações. O que fazem? Inspiram o espírito crítico para fazer com que haja um debate, aliás, um linchamento à Igreja. A ideia é fazer com que os católicos aos poucos percam a fé na Igreja. Tal forma de ensinar história faz com que mesmo os mais engajados em grupos e pastorais, tenham ressalvas sobre a Igreja e vez ou outra dizem “sou católico, mas a Igreja já cometeu erros...”. Bom, não sabem contextualizar. A calúnia cometida contra o Papa Pio XII é mais evidente, e mais difícil de acreditar se tratando de um passado bem mais próximo que a Inquisição. Embora muitos judeus tenham agradecido o Sumo Pontífice por ter os escondido em Roma, de os ter salvado de Hitler, boa parte dos professores de histórias teimam em dizer que Pio XII era colado em Hitler ou que aquele foi omisso aos erros deste.
            Ainda falando de história, falemos do Brasil. Na escola aprendemos os erros do Regime Militar. Sempre falam da censura, dos presos políticos. Mas nunca nos contam os fatos sem amputações. Falam dos exageros dos militares, mas nunca me contaram – ou pelo menos não me lembro de terem contado – da existência de grupos comunistas armados que tocavam o terror. Mas contam apenas um lado da moeda, fomentando o espírito crítico: criticar o militarismo, a direita, a repressão, a censura. De tal maneira que podemos ver a insanidade da mídia esquerdista irritadiça porque atletas militares prestaram continência ao ser tocado o hino nacional brasileiro e/ou ser hasteada a bandeira do Brasil.
            Nas aulas de sociologia e/ou de História, fala-se do Capitalismo x Socialismo. Ao invés de mostrar fatos históricos, mostram as grandes desgraças do primeiro, e em seguida as belezas teóricas do segundo. Ao invés do professor ensinar algo, inicia-se o debate. E, claro, os alunos vão querer viver no paraíso socialista. O problema é que na prática ele não existe. Ocultaram 90 milhões de cadáveres debaixo do tapete da verdadeira história do século XX.
            Mas isso não fica apenas nas aulas de história, a situação é pior do que você imagina. Há alguns meses atrás a Deputada Distrital Sandra Faraj cobrou esclarecimentos de uma escola pública do Distrito Federal, pois um professor havia passado um trabalho para alunos do 2º ano do Ensino Médio com os temas: homofobia; integração entre gêneros; pansexualidade; relações poliamorosas, e transsexualidade. Muito embora a ideologia de gênero tenha ficado fora tanto do PNE como do PDE, o professor de biologia passou tal trabalho. Sim, ao exercer prática docente em Projeto, mesmo sendo professor de biologia, ele passa um trabalho que vai contra os princípios biológicos: só há dois gêneros. Mas, nas palavras de Paulo Freire, o educador democrático não pode negar o dever de, na sua prática docente, fomentar o espírito crítico; portanto, ao invés de ensinar a natureza biológica de homem e mulher, suas funções sexuais, etc., ele fomenta o espírito crítico, colocando como se tudo fosse uma mera construção social. Há pessoas que são capazes de me agredir se eu falar “Ou é XX ou XY” – ou por não concordar com a biologia ou por não saber o que isso significa, mas são “sábias” para criticar a moral cristã querendo aprovar todo tipo de perversidade. Por isso, repito, difícil será termos novas Montessori’s, mas fácil será ter novas integrantes da Marcha das Vadias mostrando as tetas nas ruas, querendo invadir Igrejas e – acredite se quiser – ferindo senhorinhas na saída da Missa (como já ocorreu).
            O que mais me causou espanto no caso do professor que passou o trabalho referido no parágrafo anterior, foi quando em entrevista o Professor disse que se ele não pode abordar tais assuntos em sala de aula, ele não sabe para que serve a escola. Bom, a escola serve, por exemplo, para ensinar conteúdo da Faculdade que ele se formou, biologia; assim como a matemática, a física, a língua portuguesa, etc. Mas, como a mente do professor brasileiro é formada por Paulo Freire, eis um grande exemplo de professor democrático que pisa nas leis da biologia, nas verdades de sua disciplina, para fomentar o espírito crítico, o debate, para promover a mudança social ao invés de instigar a sede do conhecimento. Afinal, sendo esta pedagogia moderna, o aluno não tem que ser necessariamente um sábio, ele tem que ser um agente da mudança. Que mudança? Não é uma mudança rumo a verdade, mas sim uma mudança rumo aos interesses das ideologias dos professores ou daqueles que fizeram lavagem cerebral nestes. Por isso, já que falam tanto em espírito crítico, que tal começarmos a criticar este modelo falido de escola? Que tal colocarmos em xeque o pensamento de Paulo Freire? Outros países que deram atenção a Paulo Freire, voltaram atrás e melhoraram os índices educacionais.  Não é porque a merda é nacional, que devo querer viver com dor de barriga porque é produto brasileiro.
            Quando vocês virem notícias sobre o desastre da educação brasileira, lembrem-se, a culpa não é somente da precariedade física das escolas; mas antes da intelectual. Não adianta aumentar dinheiro na Educação, se não diminuírem Paulo Freire. Ou nós educamos nossas crianças e jovens para o conhecimento da verdade, preparando-os para a vida, fazendo-os homens e mulheres capazes de pensar por si; ou faremos com que continuem sendo burros de carga do marxismo. Afinal, além de reforçar o espírito crítico, os professores atuais reforçam a insubmissão, ou seja, a revolta contra qualquer tipo de autoridade: policial, dos pais, dos próprios professores - mas tudo mascarado com "não aceitar o sistema". No fundo, é tudo uma luta entre o capitalismo x socialismo. Já a verdadeira educação... Pois é.
            Se falei do pensamento que tem destruído a educação nacional, finalizo indicando alguém que é a solução. Não consigo compreender como que somos entupidos de Paulo Freire, mas pouco ou nada fala-se de Maria Montessori. Recomendo vivamente que procurem estudar sobre ela, ler seus escritos, estudar sobre seu método. Alguns vão olhá-la como uma feminista, mas se lerem seus escritos verão que ela não tem nada a ver com o feminismo da atualidade. Ela foi simplesmente uma mulher que conquistou seu espaço sem mostrar tetas, mas mostrando sua capacidade, sua força de vontade, e sua vocação. No livro A Formação do Homem, Montessori usa muitos termos que são usados por Paulo Freire e que podem causar alguma confusão, como se no fundo o fim fosse o mesmo, tais como “opressão”, “libertar”, “liberdade”, “autonomia”. Mas, se você ler os escritos de Montessori, verá que seu método liberta o homem – desde a infância – da ignorância, fazendo-o livre para voar nas asas da sabedoria, conforme sua capacidade e vocação. Enquanto Montessori relata que recebeu crianças de quatro anos em outubro, e no Natal elas já escreviam cartas para seus pais; o método Paulo Freire, o sócio-contrutivismo, tem feito com que os jovens sejam analfabetos funcionais, não leiam nada, e o máximo que saibam fazer é clamar pela liberação da maconha da promiscuidade. Enquanto aquela formou sábios, este forma militantes. O que você prefere?

Materiais indicadas para entender melhor:
Maquiavel Pedagogo – Pascal Bernardin (Download)
O que há de errado com o mundo? – Chesterton (Download)
Viva Paulo Freire – Artigo de Olavo de Carvalho (Acesse)
A Igreja Católica: Construtora da Civilização (Acesse)
Inquisição: A História não contada (Acesse)
O mito da Inquisição espanhola (Acesse)
Os judeus do Papa (Download)
O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota (Download)

A formação do Homem – Maria Montessori (Download)  

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