sábado, 16 de julho de 2016

Minha trajetória até o curso de Pedagogia

Trabalho (TG) da Faculdade de Pedagogia na instituição Unip Interativa.

Quando eu era criança tinha alguns desejos. Um deles era o de ir à escola aprender a ler e escrever. Parece contraditório que uma criança manifestasse vontade de ir estudar, enquanto tantas outras choravam para não ir para a escola.
            Aos quatro anos de idade comecei a frequentar uma escola privada (essas de bairro, possivelmente na ilegalidade), porém sem grandes avanços. Mas ao começar a estudar em outra escola (também de bairro), pela pedagogia exercida pela professora, pôde-se notar a grande diferença. Aos seis anos fui alfabetizado e, como costuma dizer minha mãe, “escrevia carta e lia carta”.
            Estudei nessa escola até os sete anos (2ª série). Sou de uma família pobre, e, por isso, minha mãe fazia um grande esforço para pagar as mensalidades desta escola. Quando não tinha dinheiro para efetuar o pagamento, ela pagava em algum artigo de cama, mesa e banho, uma vez que meu tio era mascate. Embora não acredite que o fato de ser de uma classe social mais desfavorecida tenha sido decisivo em posteriores problemas na minha formação, é mister lembrar que não tive todo aparato como livros e mais livros a disposição. Até porque havia biblioteca pública, porém, não lia por falta de informação, incentivo, orientação. Minha mãe é analfabeta e meu pai estudou até a 4ª série; ou seja, não houve também aquele incentivo dentro de casa. Não por negligência, mas por desconhecimento; embora fosse feito grandes esforços. Lembro-me de que tinha uma coleção de alguns livrinhos de contos famosos ilustrados. Apesar das dificuldades, ignorância em algumas coisas, sempre houve um louvável esforço para que eu tivesse uma boa educação.
No ano de 2000 fui matriculado em uma escola pública. As pessoas têm uma mística em volta da escola. Muitos acreditam que, se uma criança frequenta a escola, tudo o que se deve aprender será ensinado lá. Portanto, desde os primeiros anos do Ensino Fundamental, estudava somente o que se passava na escola. Se havia algum dever de casa, fazia e pronto. Estava livre para fazer outras coisas como assistir televisão, jogar vídeo game, etc.
Na 8ª série, ouvi de um colega que deveríamos estudar somente para tirar a média para passar de ano. Então, com 13 anos, já dando muito mais importância a jogos eletrônicos do que aos estudos, fui tendo mais dificuldade para estudar.
            No ano de 2006, já na adolescência, estava 1º ano do Ensino Médio. Era uma nova escola, novos professores, novas disciplinas, novos colegas; mas, no entanto, o velho problema da falta de empenho. Estudava somente o necessário para passar. Passei, porém não sem dificuldades. Duas matérias em dependência.
A escola, para mim, tornou-se mais em um local de encontro com amigos do que um local de aprendizado. Eu era um jovem que não tinha muita visão de futuro, de sentido de vida.
Já no 2º ano às vezes não me sentia bem, matava mais aula. Outras vezes matava com os amigos para ir jogar no fliperama. Nem precisa dizer que as notas não foram boas. Porém, comecei a me sentir desprezado pelos amigos, solitário. Pedi para ser transferido de escola, na esperança de que na nova escola encontraria antigos amigos. Encontrei velhos problemas.
            Na nova escola o nível de ensino era maior. Não me adaptei ante as dificuldades; juntei estes problemas com a carência afetiva, vício em videogames, computadores, busca por prazeres imediatos, não conseguindo me concentrar. Estava na escola só de corpo, pois a alma estava longe – como se diz popularmente. A escola, mais uma vez, era somente para cumprir uma obrigação e se encontrar com os colegas para “zoar”. Reprovei pela primeira vez.
            No ano de 2008 mudei de turno. Neste horário era mais “fácil”. Foi um ano em que comecei a trabalhar como vendedor. Vendia doces nas ruas, batendo de porta em porta. Consegui ganhar algum dinheiro. E para um jovem de 16 anos, na época, ganhar aquele dinheirinho, era uma maravilha. Ali era o meu sentido de vida: ganhar dinheiro, comprar coisas e, quem sabe, conquistar algumas meninas.
            Trabalhava de manhã, estudava a tarde. Porém, foi um ano que tive muitas faltas. Falta por cansaço, mas também – na maioria das vezes – por preguiça. Eu sofria de acídia, ou seja, uma tristeza profunda na alma. Estudar era chato. Ou melhor, ir para a escola era chato. Eu queria me preencher, então, daquilo que traria algum sentido, ou seja, o dinheiro. Quis mudar de escola e estudar a noite para poder trabalhar nos dois turnos. Minha mãe não permitiu; afinal, o bairro onde moramos é perigoso e na época não havia sequer energia elétrica; ou seja, voltaria para casa em um quase completo breu.
            Para trabalhar nos dois turnos e ganhar mais dinheiro, abandonei a escola antes do fim do 2º bimestre. Outro ano reprovado no 2º ano do Ensino Médio.
            O largar a escola para trabalhar não deu muito certo. A acídia que sentia era grande. Nada me preenchia. Os resultados financeiros não vieram como o esperado e comecei também a sentir preguiça do trabalho. Parei de trabalhar com vendas.
            Chega o ano de 2009, e decido recomeçar os estudos. Dessa vez já havia energia elétrica no bairro que moro. Estudo a noite. Cheguei até a fazer um estágio no Ministério da Justiça. Mas sempre fui um jovem que desistia das coisas – como deu para perceber. E antes dos três meses saí. Não me trazia felicidade aquela rotina com pouco retorno financeiro.
            Chegando ao meio do ano, tomei uma grande decisão: parar de estudar novamente. Havia a preguiça de estudar na escola, sim; mas decidi sair da escola para fazer um supletivo e entrar logo na faculdade. Com 17 anos, naquele mesmo ano de 2009, fiz as provas e fui aprovado, concluindo assim o Ensino Médio e dando adeus àquilo que tanto parecia ser obstáculo para alçar voos maiores.
            Frisei minha história até aqui no âmbito escolar, porque a escola (ou a “não escola”) estiveram na minha história de vida, nos meus conflitos, nas minhas alegrias e depressões, glórias e quedas, dúvidas e certezas. Porque se no início o sair da escola era o retirar um peso das costas, hoje, porém, vejo que ela (escola) é algo que vai dar sentido a minha vocação.
            Além de concluir o Ensino Médio, este ano de 2009 e início de 2010 foram especiais em toda a minha trajetória, porque foi o período onde vivi a grande experiência que mudaria minha vida e daria sentido a ela. Tive uma experiência pessoal com Jesus Cristo, com sua misericórdia, onde sua graça pôde transformar todo o meu ser e redirecionar meu viver; de fato, vindo resgatar aquele que estava perdido.
            Foi a partir desta experiência em momentos de oração, mas principalmente com o Sacramento da Penitência (Confissão), que pude ver o agir de Deus em minha vida. Fui saindo daquele estado de quase depressão, de uma pessoa que não tinha sentido de vida, para fazer algo. Porém, foi (e é) um longo e doloroso processo.
            Comecei a trabalhar em um Hospital privado, porém, novamente com acídia, desisti. Queria ganhar mais, saía cedo, chegava tarde. Enfim, desisti novamente.
            No meio do ano, porém, comecei a me engajar em grupos da Igreja Católica. Na Paróquia próximo a minha casa comecei a participar de um grupo de teatro. Pouco tempo depois conheci a Comunidade Católica Shalom, onde caminhei participando dos grupos de oração – até chegando a ser vocacionado – por mais de dois anos.
            No segundo semestre deste ano de 2010, prestei vestibular na Universidade Paulista (Unip) de Brasília, onde fui aprovado para o curso de Direito. Porém, apesar da transformação por meio da experiência religiosa citada, ainda havia muito joio com o trigo. Não escolhi o curso por dar sentido a minha vida, mas simplesmente para alimentar o ego. Escolhi o curso de Direito pelo status que poderia ter. Queria ser um agente da Polícia Federal ou delegado. Por quê? Salário alto e desejo de autoridade. Obviamente ser “marrento” e ganhar dinheiro não é o que move a vocação de ser policial, advogado, delegado, enfim, um jurista em geral. Aquilo não dava sentido para minha vida. Portanto, não era animador levantar cedo para pegar ônibus, ficar um bom tempo no trânsito, para ouvir/fazer algo que não estava dando-me paz interior. O resultado foi o trancamento da matrícula na metade do 2º semestre, já no ano de 2011.
            Neste ano foi onde comecei a viver a experiência religiosa de maneira mais profunda. Fiz as catequeses na Paróquia, recebi o Sacramento do Crisma. Conheci, através de uma amiga e de algumas palestras, um livro chamado Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, escrito por um santo da Igreja Católica chamado S. Luís Maria G. Montfort. Após ler este livro e me consagrar à Virgem Maria pelo método proposto, pude ver minha vida sendo mudada pela intercessão de Nossa Senhora.
            Comecei, então, a fazer missões. De 2012 para cá boa parte do meu tempo foi dedicado a publicar textos no meu blog pessoal, vídeos no Youtube (em sua maioria sobre catolicismo) e a fazer palestras.
Este período foi também marcado pela luta por causas nobres. Participei de atos pela proteção da vida humana desde a concepção. Fui à algumas cessões no Congresso Nacional assistir de perto as deliberações e votações sobre projetos de lei que tocavam nesta questão (aborto versus vida, família). Estive presente na grande luta contra a implantação da nefasta ideologia de gênero no PNE (Plano Nacional de Educação) de 2014. Após serem derrotados, os defensores desta nefasta ideologia, começaram a lançar seus projetos no âmbito municipal e distrital. Na votação na Câmara Legislativa do DF não estive presente, mas acompanhei pelas redes sociais.
Foi a partir destes fatos que comecei a olhar com mais atenção para a Educação. Vi muitos professores que iam nestes debates defender a ideologia de gênero, dando a entender que eles falavam em nome da classe, enquanto boa parte dos professores são contra. Comecei então a questionar-me sobre que tipo de professores iriam tomar conta dos nossos filhos. Ora, se há professores que propagam tal ideologia, tem que se levantar os que defendem a pureza das crianças. Como diria Leão XIII, a audácia dos maus se alimenta da covardia e da omissão dos bons.
Comecei a estudar sobre sexualidade, sob a perspectiva católica, para gravar alguns vídeos para uma série em meu canal na internet. Ao ler o documento Sexualidade Humana: verdade e significado – orientações educativas em família, comecei a ver o belo e coerente ensinamento da Igreja; mas, em contrapartida, percebi que tais orientações não eram seguidas pelas escolas que passei, nem tão pouco, em suma, nas escolas de hoje em dia. O documento falava para os pais e educadores instruírem os jovens na dignidade da sexualidade, na busca pela castidade, etc. A realidade, porém, é outra. Lembro que quando estava na 5ª série, algumas profissionais da Saúde visitaram a escola para dar orientações sobre sexualidade; e, com 10 anos de idade, ouvi da mulher que falava para a turma que os rapazes que ainda não ejaculava não deveriam se preocupar, mas, antes, deveriam aproveitar este tempo, afinal, poderiam ter relações sexuais sem correr o risco de engravidar nenhuma jovem. A educação sexual que vi na escola, seja em atos, seja em omissões, incentivava a promiscuidade sexual. Sim, a realidade da educação sexual é uma verdadeira banalização do sexo. Enquanto se aumenta o número de preservativos, o número de aidéticos e de contaminados por outras DST’s tem aumentado drasticamente, contrariando a expectativa. Também sobe o índice de gravidez indesejada na adolescência. Mas tudo isso fruto de uma liberdade sexual irresponsável, onde não se ensina a esperar, e cria-se uma geração de pessoas que banalizaram a relação sexual. A cultura da pornografia, do sexo fácil, do “eu te uso e você me usa”, se impregnou entre os jovens. Não tive verdadeiras palestras motivacionais ensinando a estudar, mas de vez em quando tinha grupos de “dança” com meninas com roupas sensuais e rapazes magrelos dançando funk, axé, ou algo do tipo em um ato cultural. Que escola de zorra é essa que estamos criando?
Comecei a prestar atenção que meus trabalhos apostólicos na Igreja (escrever, pregar, etc.) não eram o suficiente. Comecei a ficar profundamente incomodado com a situação, ou melhor, com a cultura da qual nossas crianças e jovens estão inseridas. Se aos seis anos de idade eu aprendi a ler e escrever (e isso é absolutamente normal), as crianças de hoje aprendem a dançar o funk e/ou o axé do modismo com toda sensualidade. Nós temos uma “cantora” mirim, que na cultura do funk, usa de sensualidade; crianças funkeiras que a justiça teve que proibir seus shows porque as letras de suas músicas eram com conteúdo sexual, proibida para menores. Assisti vídeo na internet de crianças fazendo gincana na escola com a brincadeira com conotação sexual. Para todo lado nós vemos as crianças desde cedo sendo inseridas em um mundo erotizado. É preciso fazer algo.
Mas além dessa questão moral, comecei a sentir-me incomodado pelo nível de ensino em geral. Embora não se deva esperar grande coisa de uma escola que tem como atividade extraclasse um baile funk, e colocar a molecada para requebrar; o ensino em si, pelo sistema educacional, é ruim.
Moro em um bairro periférico. Quando vou deixar o filho do vizinho na escola, sinto uma grande pena. Chego naquela escola e vejo crianças de 4 a 10 aproximadamente, pobres, aglomeradas no portão de entrada. Algumas estão acompanhadas do pai, da mãe ou de algum responsável que está entregando seus filhos para a instituição com a grande esperança de estar dando o melhor para eles: uma boa educação. Muitos devem entregar aqueles filhos pensando: darei para eles o que não tive, ou seja, a oportunidade de estudar. Aquelas crianças apertam meu coração. Muito. Muito mesmo. São crianças pobres - entrando dentro de uma escola com uma estrutura precária - que querem estudar, enquanto o Estado finge que dá Educação. Os pais mandam os filhos à escola para estudar, e o Estado as recebe para as doutrinar.
Olho para aquelas crianças e questiono-me: será que além de serem pobres, estarão fadadas a ignorância? O Brasil é um dos últimos colocados no PISA; há pesquisas que apontam que metade dos alunos universitários são analfabetos funcionais; temos visto um desprezo pelo ensino das ciências, para se ensinar política (não a Política, mas a opinião político-partidário do professor). Enquanto os pais acham que os filhos estarão aprendendo português, matemática, física, química, biologia, etc., os professores ensinam coisas relativistas, marxismo, e falam de opiniões políticas até mesmo para crianças. Apesar da vergonha no PISA, alguns professores não lutam pela melhora de ensino, mas sim para implantar banheiros unissex nas escolas, ensinar para as crianças que elas não são nem meninos, nem meninas, mas o que elas quiserem; assassinando a biologia. É uma falsa educação. Por isso, Chesterton (1910) vai dizer algo que cabe perfeitamente aqui: o sistema escolar público pode não estar funcionando satisfatoriamente, mas funciona. As escolas públicas podem não alcançar o que queremos, mas alcançam o que elas querem.
            Praticamente todo o segundo semestre do ano de 2015 passei meditando na possibilidade de prestar vestibular para a faculdade de Pedagogia. Continuei no apostolado, nas experiências de oração, pedindo a Deus uma luz. Foi no silêncio e lembrando do passado que a vocação foi se esclarecendo. Comecei a lembrar que uma das coisas que queria ser quando crescesse era ser professor. Mas não era apenas algo que falasse e esquecesse. Meu pai, que era gari, certa vez achou uma caixa de giz branco e um apagador. Como usei aquele material de professor! Usei a porta do meu quarto como lousa, brincava de dar aula, e até tentei, porém sem sucesso, alfabetizar uma pessoa. Pegava o giz e riscava a mesa da cozinha com alguns cálculos, brincando de professor de matemática. Apesar de toda minha luta na escola, sempre me agoniou um sentimento do que fazer depois que parasse de estudar; afinal, ao contrário de muitos, eu sabia que sentiria saudades da escola. E, realmente, após parar de estudar, senti essa saudade. O ambiente escolar me atrai. Eu gosto de escola. Comecei a ver que aquele impulso para cursar Pedagogia não era um mero sentimento que passa, mas era uma vocação, aquilo que daria sentido a minha vida. Fazer Pedagogia e ser professor é, em outras palavras, a missão que Deus me confia.
            Posso dizer que, de certa maneira, ouvi o clamor das crianças por uma verdadeira educação. Não podemos dar para elas qualquer educação, é preciso dar a elas uma educação genuína. Falo em dar, para as crianças e jovens, uma verdadeira educação, integral, que os educa para a dignidade da pessoa humana, levando-os a corresponder à essência que tem dentro de si.
            No final do ano de 2015, então, fiz o vestibular na Unip para o curso de Pedagogia. Dessa vez no módulo EaD. E é gratificante estudar, gastar os meus dias, em algo que dá sentido à minha vida. Graças a essa luz que iluminou as trevas que havia em mim, posso contemplar a grande diferença nas minhas duas experiências universitárias: outrora fazia Direito por vaidade, prepotência, ganância, sentia-me vazio; hoje, porém, faço Pedagogia por vocação, por um ideal. Hoje sinto alegria, tenho paz.
            Eis a minha motivação neste curso: conhecer, contemplar e amar a verdade, para transmiti-la em uma verdadeira educação. Aí sim, de fato, renovaremos a face da terra.

Bibliografia
CHESTERTON, G.K. O que há de errado com o mundo. Trad. Luíza Monteiro de Castro Silva Dutra. 1.Ed. Ecclesiae.  

Um comentário:

  1. Glória a Deus irmão, pela sua vocação!

    No meu caso, sonhava com Fisioterapia. Pedagogia, era sonho da minha mãe. Com pouco dinheiro e sem querer investir em cursinhos preparatórios para prestar vestibular, após experienciar minha primeira reprovação em primeiro vestibular e, única de minha vida acadêmica. Foi então, que matei dois coelhos de uma só cajadada. Optei pelo curso de Pedagogia, dando o gosto de fazer o que minha mãe desejara e o que podia custiar, numa instituição de Ensino Superior Privado e, ingressei na Faculdade. De inicio, falava para os meus professores que fazia pedagogia, apenas com o intuito de formar, para trabalhar na área e poder ganhar dinheiro pagar meu curso de Fisio... No segundo semestre do curso de Pedagogia,me surpreendi, me apaixonei intensamente pela Educação e, descobri minha verdadeira vocação para educadora. Conclui o curso em Junho de 2007, aos 27 anos. Em Dezembro de 2008, fui admitida por concurso público que havia prestado antes de iniciar o curso de Pedagogia. Que fora meu primeiro concurso público e com êxito de aprovação. Fizera com o curso Técnico de Habilitação em Magistério ( Curso Técnico ofertado no 2 grau). Atualmente, leciono há sete anos. Em dezembro do ano em curso completo 8 anos, como professora do Ensino Público. Estes foram os últimos presentes que recebi de Deus e compartilhei com minha mãe nos últimos meses de sua vida, que foi sonho dela e hoje é meu. E há dois anos tive uma experiência pessoal com Deus, que mesmo com uma humanidade aflorada no meu íntimo, não compreendia o saber pedagogico com visão Cristã. Depois de formação cristã(católica), desempenho o magistério livre do ensino doutrinário que poucos tem coragem para combatê-lo. Sou muito feliz pela minha vocação, profetizada pela minha mãe e que ainda profetizou, pela consagração no meu primeiro batismo como filha da Imaculada pelo meu nome: Alexsandra Maria, que no mês de outubro deste ano serei escrava consagrada pelo método de São Luiz Maria Grinion de Montfort. Dou glória a Deus pela nossa vocação, que Deus nos abençoe grandemente pelas mãos da Virgem Maria!

    A paz de Jesus e o amor da Virgem Maria!

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