domingo, 19 de junho de 2016

Homossexuais fabricados

Muitos afirmam que a homossexualidade não é escolha, mas que a pessoa já nasce com essa tendência. Embora não se tenha nenhuma comprovação científica disso, o mundo politicamente correto espalha essa declaração por todos os meios de comunicação, escolas, e até em debates políticos. Como explicar a homossexualidade? De fato a pessoa nasce assim ou ela tornou-se assim?

Não quero aqui minorar a existência de algumas pessoas que possam ter essa tendência sem sua própria escolha ou por forças maiores que podem ser constatadas (como falarei a seguir); porém, é válido lembrar que estes são raríssimos.

Não posso deixar passar também a informação de que a homossexualidade deixou de ser tratada como “doença” em 1975 pelo Conselho Americano de Psicologia, sem nenhuma comprovação científica. O fato de antigamente tratar a homossexualidade como uma patologia não quer dizer que se tratava de uma doença contagiosa ou um câncer, como os adeptos do politicamente correto querem fazer parecer. Estamos falando de psicologia... E aqui a questão da homossexualidade está no comportamental. Por isso é um erro proibir psicólogos de tratarem homossexuais que QUEIRAM LIVREMENTE buscar ajuda para largar a homossexualidade. Pois a verdade é que a maioria esmagadora dos casos é comportamental e/ou motivados por acontecimentos da sua própria vida. A ajuda do psicólogo aqui seria ajudar seu paciente a ordenar seus afetos e não se deixar levar por aquilo que o mundo o fez tornar-se.

Não tem como comprovar que uma pessoa nasce homossexual; porém, basta uma pitada de honestidade para comprovar que é comportamental. Como explicar, por exemplo, um homem casado por décadas que então se separa da mulher e torna-se homossexual? Ele sempre foi hétero e, de repente, gay. Existem vários casos em que homens e mulheres vivem normalmente sua vida como heterossexuais, mas por algum motivo tornam-se gays. O interessante é que héteros podem mudar de time, mas se após serem gays, quiserem tornar-se héteros, não pode, é homofobia de quem ajuda e até da própria pessoa.
Existem vários casos de crianças que são tendenciadas a serem homossexuais pelas atitudes dos pais e/ou pessoas próximas a família. Muitos meninos, por exemplo, desde quando estava na barriga da mãe eram tratados como que sendo menina, e, quando nascem, os pais tratam como menina. Há casos de crianças que os pais dão boneca e coisas do tipo. Essa criança vai crescendo achando que se não se comportar como uma menina não será aceita pelos pais. É um caso de homossexual fabricado.

Vários outros casos relatam a questão do abuso sexual na infância e/ou na adolescência. Muitos rapazes tornaram-se gays após serem abusados sexualmente por outro homem. Então podemos ver que o que gerou a homossexualidade aqui foi um trauma gerado por um abuso sexual...

Um caso muito comum que faz com que muitos adentrem no comportamento homossexual é a ausência de amor dos pais. Muitos garotos tem seus pais distantes (não necessariamente presencialmente, mas afetivamente), rudes, que não demostram amor, etc., e então estes vão buscar amor nos braços de outro homem. Hoje existe um grande problema com a masculinidade, mesmo que a pessoa seja hétero, não quer dizer que seja homem. Antigamente existiam homens um tanto quanto mais “brutos”, digamos assim, mas demonstravam seu amor pelos filhos, afinal, os filhos viam os sacrifícios do pai para sustentar a casa. Hoje não, em sua maioria trabalham para o prazer, para o poder, pra ter coisas... O importante não são os filhos, mas trocar de carro. Enfim, há casos que o adolescente vendo-se carente de amor de pai... Já que o pai não diz – e muitas vezes não demonstra – eu te amo, vem um espertalhão, algumas vezes mais velho, e diz, e este vai e adentra na vida homossexual.

Esse problema do comportamento do outro afetar diretamente na orientação sexual da pessoa é mais nítido nas mulheres que são lésbicas. Em sua maioria as mulheres gays tornaram-se assim por um profundo trauma de homens. Boa parte dessas tinham a figura masculina afetada pela visão que tinha do próprio pai ou padrasto. Se procurar depoimentos verás que há mulheres que afirmam que começaram a se relacionar com outras mulheres porque não conseguiam se ver vivendo com um homem da mesma forma que suas mães, pois viam o sofrimento que elas passavam nas mãos de um péssimo marido (violência familiar, alcoolismo, abusos, etc.). Então no psicológico dessas mulheres a figura masculina ficou tão deformada que elas se entregam em romances com outras mulheres para não terem que passar pelo mesmo sofrimento. Tanto é que muitas não só são lésbicas, mas alimentam um profundo ódio aos homens. Vocês podem ver isso nos grandes movimentos feministas, que boa parte das integrantes são lésbicas, e elas declaram um profundo ódio aos homens, tendo até autoras lésbicas/feministas que dizem que ao ver um homem tinha vontade de morrer. Enfim, como que uma orientação sexual pode levar uma mulher a querer praticamente a extinção dos homens? É uma prova de que o que levou essa aversão, na maioria dos casos, é um trauma de uma má visão do que é o homem. Esses homens violentadores, abusadores, beberrões, não são o ordinário. Por isso a importância da psicologia para ajudar a pessoa a se encontrar, saber que ela tem sentimentos, que ela é uma pessoa, que ela é ela e não os seus traumas. Você, é você, não o que os seus traumas dizem que você tem que ser. Os traumas acontecem e devemos superá-los, e não viver em função deles.

Fora outros casos de pessoas que tornaram-se gays pelo vício em sexo e pornografia. Após suas “aventuras” sexuais – reais ou virtuais – não obtendo mais o mesmo prazer por causa da compulsão adquirida, eis que inventam novas formas de conseguir mais prazer. E essa forma é uma ação sexual que ainda não tenha feito. Há depoimentos de pessoas que tornaram-se gays assim.

Uma ação gera uma reação. Por isso devemos admitir que o comportamento homossexual pode ser mudado, uma vez que é a reação de algo que ocorreu na vida da pessoa. Não se pode simplesmente insistir em algo que não faz parte da natureza humana simplesmente pelos traumas da vida. Não se pode querer ser gay/lésbica, por exemplo, por sucessivos relacionamentos héteros que deram errado. Se tudo deu errado, se a pessoa não prestava, aprendamos a não colocar a nossa felicidade nas pessoas e saibamos que nem todos são assim. Nem todo homem é cafajeste; nem toda mulher é piriguete e interesseira. Ao invés de mudar a orientação sexual buscando uma felicidade passageira, é melhor mudar os critérios para adentrar em relacionamentos. Afinal, você mudará a orientação, mas não mudará a dor das decepções, e estas até podem aumentar, uma vez que estará em um. Por isso, repito: Os traumas acontecem e devemos superá-los, e não viver em função deles.


Se for necessário busque ajuda com alguém. Busque grupos de apoio.  

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