sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Como arrumar um(a) namorado(a) em Deus?



Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Quem aí quer encontrar uma pessoa para ter um namoro santo? Você deseja um dia casar e constituir uma família? Assista o video acima e confira as dicas. Abaixo um resumo.

***

Encontramos no livro bíblico de Tobias a história de Sara e Tobias. Sara era uma mulher que já havia casado sete vezes, porém um demônio matava o marido na noite de núpcias. Certo dia uma serva da sua casa a humilhou pela sua condição, e acusou-a dizendo que ela, Sara, era quem matava o próprio marido. Sara, então, diante dessa situação, fez um jejum e foi orar ao Senhor. Fez ali uma belíssima oração. E nessa oração está contido o segredo para você conseguir alguém que seja de Deus para um relacionamento santo.

"Vós sabeis que eu nunca desejei homem algum e que guardei minha alma pura de todo o mau desejo." (Tobias 3,16) - Portanto, você que deseja namorar o que tem a fazer é não desejar namorar. Explico-me: Sara fala para Deus que havia se casado não por mal desejo, mas por uma vocação. Ela se guardava pura de todo mau desejo. Sendo assim, ela não era dessas que ficam desejando namorar por impureza. Por exemplo, ela não ficava gritando "multiplica, Senhor" pra qualquer par de calças que visse. Ela não queria casar porque encontrou alguém sarado, bonito, rico, NÃO! Ela havia tido aqueles relacionamentos com outras intenções. Quantos rapazes também, por exemplo, querem namorar porque são levados por maus desejos: acham uma moça bonita, sentem uma atração sexual, e já dizem que tem porque tem que namorar com ela. Não se sabe mais diferenciar o estar apaixonado de uma simples atração física. Portanto, se queres encontrar alguém pra namorar, guarde teu coração de todo mau desejo. Busque conhecer o coração das pessoas. Não saia por aí querendo namorar porque você quer um Leonardo Dicaprio ou uma Gisele Bündchen, sendo levado por maus desejos. Tome jeito, jovem!

"E se consenti em casar-me, foi por vosso temor e não por paixão" (Tobias 3,18) Sara aqui confirma o que falei anteriormente. Ela desejava casar por temor de Deus, por amor a Deus que é autor dessa vocação. Não por paixão, por maus desejos, por atração meramente carnal. Não! Era por amor a Deus. Você quer casar por amor a Deus, porque realmente deseja viver o SACRAMENTO do matrimônio, ou é como os mundanos que veem no casamento apenas o lado sexual da coisa? Muitos namoram sem nem querer casar. Qual a lógica se o namoro é uma preparação para o casamento? O namoro é um período em que duas pessoas conhecem a alma um do outro - sim, a alma, e não o corpo! - para verem se são compatíveis. Mas há quem namore sem intenção de casar. Se você é desses: qual a lógica? Está usando uma pessoa, e isso é pecado.

"Nunca frequentei lugares de prazer nem tive comércio com pessoas levianas" (Tobias 3,17) No seu desabafo para com Deus, Sara fala isso que é de suma importância para você que deseja encontrar alguém: ela não foi frequentar lugares de pecado, nem tinha comércio com pessoas levianas. Ora, você quer encontrar um(a) rapaz/moça católico(a), que queira viver a integridade da fé, pró vida, que reza, etc., correto? Onde tens procurado? Então responda para você mesmo: quais os lugares que você tem frequentado? Que tipo de música você ouve? Quais são os teus amigos que você dá valor - no sentido de te influenciarem - te levam pro bem ou pro mal? A exemplo de Sara, meus irmãos, você não tem que ir procurar namoro em lugares de pecado. Dificilmente você vai achar o teu José ou a tua Maria, nos shows de sertanejo da vida, nas baladas, nas noitadas. Você quer um José? Você quer uma Maria? Onde ele estará? No show do Mr Catra? Acho que não.

Vale ressaltar que, se ela desejava casar por temor a Deus, se não frequentava lugares levianos... Obviamente está condenada a mentalidade de "enquanto não encontro a pessoa certa, me divirto com as erradas". Ora, se você quer namorar com alguém, como vai ficar "ficando" com os outros, por prazer, se ferindo em meio a carência, e ferindo. 

Quais músicas escutas? Tem certas músicas sertanejas e outras do estilo sofrência que, valei-me!, é uma derrota. Você está bem espiritual e emocionalmente, mas quando escuta, bate a carência. Aí qualquer conversa mole você cai. Ora, depois diz-se que homem e mulher nenhum presta. Mas o problema é que nãos sabemos esperar, e vamos agindo pelos sentidos - carnalmente apenas. 

O último trecho da oração de Sara que quero citar nesse port é: "Foi, sem dúvida, porque eu não era digna deles; ou, talvez, não eram eles dignos de mim; ou então me destinastes a outro homem." (Tobias 3,19) Confiemos na providência de Deus. Se deu errado, é porque não era de Deus. Nesse tempo de espera, medite sobre o que é o sacramento do matrimônio. Até mesmo busque fazer um encontro vocacional para vida religiosa e/ou sacerdotal, enfim, pode ser um caminho de Deus. Se não for, não temas, não vai fazer mal, pelo contrário, só acrescentará para tua vida.

Em suma, caríssimos, saibamos esperar em Deus. Pois Sara após esse rasgar do coração, teve sua oração ouvida por Deus, que enviou o Arcanjo São Rafael. O anjo então faz com que Sara e Tobias se encontrem e se casem. E o Anjo fala para o pai de Sara "Não temas dar-lhe tua filha, porque é deste piedoso servo de Deus que ela deve ser mulher. Por isso, nenhum outro pôde tê-la." (Tobias 7,12). Portanto, os sete maridos de Sara morreram porque não eram eles que deviam tê-la como esposa. Talvez os teus relacionamentos até hoje não deram certo, e talvez até tem feridas até hoje, porque não eram deles a pessoa preparada por Deus. Deus tem alguém pra você. Saiba esperar, para não acabar estragando o projeto que Deus tem pra tua vida. Espera em Deus!

Para finalizar, caríssimos, lembro que há alguns anos atrás quando rezava sobre namoro, uma moção do Espírito que me veio foi a seguinte: "a mulher perfeita para casar com você é aquela que antes de querer ter você como marido, queira ter Jesus como esposo." Portanto, sê fiel no propósito de encontrar uma pessoa pra um namoro santo. A pessoa que você se interessou quer ter Jesus como esposo? Ou, apesar de estar na IGreja - porque nem todo mundo que está na Igreja, nos grupos jovens, etc., quer ser santo - é apenas mais um lobo? Cuidado, muitos estão na Igreja, mas não querem viver a castidade, por exemplo. Enfim, essa pessoa que você está interessado, quer amar a Deus sobre todas as coisas? Pense nisso.

No mais a dica é: reze, peça a ajuda de São Rafael, da Sagrada família. Peça um sinal a Nossa Senhora. E antes de querer encontrar uma pessoa que queira ter Jesus como esposo da alma, seja você essa alma esposa. Você quer encontrar um José, viva você como Maria! Quer encontrar uma Maria, que tal começar a viver como José? E, após encontrar uma pessoa, que tal passarem um período rezando juntos para ver se isso é da vontade de Deus?

Jesus, Maria e José, nossa família vossa é!
Nossa Senhora da Pureza, rogai por nós!
Salve Maria!
Viva Cristo Rei!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A SANTIDADE é ser fiel ao estado de vida





Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

O que é ser santo? Para muitos a santidade é passar a vida em longas orações. Para outros, no entanto, trata-se de labutar em demasiados trabalhos apostólicos. Mas o que de fato é ser santo?

Todos nós somos chamados a ser santos. Foi o próprio Deus que nos disse: "Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo" (Lev. 19,2). Ora, se é um pedido de Deus devemos ter em muita conta. Olhando os mandamentos que Nosso Senhor nos dá, podemos resumir a santidade em amar a Deus sobre todas as coisas e o nosso próximo como a nós mesmos. Porém, existe uma outra definição de santidade; e esta que quero trabalhar aqui.

Santidade é ser fiel ao meu estado de vida. Sim, muito simples, e muito complexo ao mesmo tempo. A prática do amar a Deus sobre todas as coisas e o nosso próximo como a nós mesmos passará por essa fidelidade ao meu estado de vida. A santidade não consiste em longas orações, simplesmente, nem em demasiados trabalhos apostólicos, mas em fazer a vontade de Deus. E a vontade de Deus para mim, no meu estado, é diferente para ti. Cada um deve corresponder ao seu chamado.

Há pessoas que acham que por rezarem mil Ave Marias diárias, por exemplo, são santas. Mas um leigo que até chegue a rezar tudo isso, mas não é fiel no seu estado de vida, pode ser chamado santo? Digamos que um jovem tenha feito o propósito de rezar um rosário completo (4 Terços) por dia; porém naquele dia sua mãe pede-lhe que lave a louça porque está muito cansada. Porém esse jovem que acha que ser santo é rezar muito, já rezou 3 terços, mas não vai lavar a louça porque se não não poderá cumprir seu propósito de rezar um rosário completo. Um jovem que é fiel na sua vida de oração sadia e na suas tarefas, esse é santo; não aquele que esconde a preguiça sob o véu da piedade.

Da mesma forma este que reza mil Ave Marias agora se preocupa porque ao fazer faculdade não poderá mais fazer suas devoções. Ora, se foi Deus que te fez o chamado a fazer tal e tal curso, pois quer usá-lo como instrumento, estudar não irá te afastar dEle. Muito pelo contrário. "Ah, mas não poderei fazer minhas longas orações". Jovem, anta piedosa, Deus não está te pedindo que reze Mil Ave Marias diárias, mas que tenha uma vida de oração saudável e frutuosa que te leve a fidelidade no teu estado de vida. Ora, não reze Mil, reze um Terço diário, faça visitas - mesmo que rápidas - ao Santíssimo, medite, enfim, e estude/trabalhe. 

Não podemos agir de maneira auto piedosa "ai, eu adorava por 10 horas quando mais jovem... hoje, dou conta mais não". Se antigamente se rezava por longas horas é porque é o contexto daquela realidade. Porém se você, por exemplo, é casado, você é tão santo ou mais, rezando apenas um terço diário - de preferência em família - porém sendo fiel no trabalho, sustento e educação cristã dos filhos. Se um homem ou uma mulher, casados, rezassem 10 horas por dia, mas em contrapartida fossem infiéis no sustento da casa, ou largassem a educação cristã, enfim, tivessem o lar em desordem, estaria sendo santo?

Santos como Santa Teresa de Ávila, por exemplo, foram místicos. S. Teresa, aliás, é doutora da Igreja, mestra de oração, mas a oração não a afastou das suas obrigações ordinárias do convento. Ela, na função de fundadora de convento, nunca disse "ah, hoje eu não vou viajar pra fundar mais um convento não, porque se não vai me atrapalhar na minha vida de oração". Sabe por que? Porque aí a oração tornar-se-ia uma vaidade.

A oração nos dá força para superar os problemas da vida. Mas ela não pode ser uma desculpa para eu me esconder. Se o mundo é mal, é na vida de oração e na minha ação que as coisas mudarão. Rezar não me tira a responsabilidade que Deus me deu. Entenda isso.

Uma explicação: falo para aqueles que tem vida ativa. Se ao trabalhar, estudar, só queres rezar, não vê sentido no trabalho secular, então vos recomendo que procure um vocacional, pois pode ser que sua vocação seja a vida religiosa. Talvez seja chamado a ser monge. Mas já aviso que mesmo na vida religiosa se terá trabalhos manuais. No convento vos espera, homens, uma enxada pra capinar a horta. Mas tudo se faz com espírito de oração. ISso que devemos ter. Como diria o monge S. Bento: Ora et labora - orai e trabalhai!

Da mesma forma, ser santo não é empenhar grandes trabalhos apostólicos. Vou dar um exemplo de santidade que pude contemplar num irmão pregador. É um pregador bastante famoso, prega no Brasil todo, é casado, tem 4 filhos, se não me engano. Ora, um dia ao ser chamado pra uma missão, liguei para ele chamando-o para ir também, já que pediram outro pregador junto. Ele disse-me, no entanto, que não poderia porque como se tratava de Semana Santa, ele não pegava missão para poder ficar com sua esposa e ajudá-la a levar as crianças para a Missa, já que são muitas celebrações. ISSO É SANTIDADE! Noutra vez chamei-o novamente para uma missão aqui, ele disse-me que também não poderia, pois sua esposa estava grávida já prestes a dar a luz, e ele não estava pegando missões naqueles dias para poder ficar com ela e ajudá-la quando a criança nascesse. ISSO É SANTIDADE! Por que citei este belíssimo exemplo? Porque embora seja bom e importante a missão dos leigos como pregadores do Evangelho, não adianta nada pregar mas não ser fiel ao seu estado de vida. A santidade para nós, leigos, não está em pegar missões por cima de missões, mas muitas vezes ser santo é dizer NÃO para alguns convites. Aqueles que são casados, como pregarão sobre a família se não ficam quase nada com a esposa e os filhos por causa da gana de pregar? Repito: vocês tem que pregar! Porém, precisam do dom do discernimento para saber quando Deus está chamando para pregar, e quando chama a ficar com a família. Leve-os nas suas missões, quando possível.

Por isso, irmãos e irmãs leigos, casados, pregadores do Evangelho, cuidado com os que vos  chamam para pregar e, diante de uma recusa sua para ficar com a família, dizem "quem amar pai, mãe, mulher, mais do que a mim - disse Jesus - não é digno do Reino". Afinal, isso está fora do contexto. Isso é voltado mais para quem é chamado a vida religiosa. Você é religioso? Não, é casado. ENTÃO SEJA FIEL AO TEU ESTADO DE VIDA, NÃO VIVA UMA CARICATURA DE OUTRO ESTADO QUE NÃO É O TEU. Olhe pra anta que vos disse isso e fale: o matrimônio é um sacramento, por isso o esposo, para a mulher, é JESUS; e a esposa, para o homem, é JESUS. Deus está presente. Se eu abandonar minha esposa (marido) e meus filhos, estarei abandonando o próprio Cristo.

Porque tá cheio de gente que prega pra multidões, mas não ensina uma bem aventurança para os próprios filhos. Repito: PREGUE O EVANGELHO, mas tenha discernimento.

Você não vai ser santo por pregar 10 vezes em todos os fins de semana.Você vai ser santo pregando todas as vezes que DEUS te chamar sendo fiel na viva pregação do testemunho da tua vida. Afinal, já dizia Santo Agostinho "Eloquente aquele cuja vida é uma pregação".

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Por que a insistência da Ideologia de Gênero nas escolas?



Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Sou muito ansioso. Resolvi então vasculhar daqui, fuçar dali.. Então achei um material de uma disciplina que cursarei na faculdade no 1º Semestre. E o material didático da instituição está repleto de conteúdo sobre ideologia de gênero.Dando uma lida constatei que fala-se claramente de "construção social" e aplica essa teoria à crianças menores de 10 anos.
Ora, não é nenhuma novidade que na universidade vão ensinar este tipo de coisa. Posto isso aqui pelo seguinte motivo: acredito que a maioria esmagadora de quem faz Pedagogia faça para ser professor(a) infantil; levando em consideração que muitos não estão ligados na questão da doutrinação, e que não tenha espírito crítico, logo engolirá o que o material diz e/ou o que o professor vomita na sala de aula sem pesquisar se de fato tudo aquilo é real.
Resultado: Os futuros professores de ensino INFANTIL estarão induzidos a aceitar e ensinar a ideologia de gênero para os vossos filhos. Isso somado as orientações e materiais do MEC. Você sente qual é o tamanho do problema?
Mas, mais do que reclamar da vida e achar que já era, que tal os bons se engajarem na luta? O ideal nós temos, faltam soldados.

"A audácia dos maus se alimenta da covardia e da omissão dos bons" (Papa Leão XIII)

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Para você que não sabe muito bem o que é a ideologia de gênero, talvez até estudou-a na escola e/ou faculdade mas sem prestar muita atenção, acesse os links abaixo e saiba mais o que é essa nefasta ideologia que visa perverter a inocência e destruir todo conceito familiar tradicional:


Para entender melhor, deixo a seguir o link do livro "A agenda de gênero - Redefinindo a igualdade" por Dale O'Leary: http://www.votopelavida.com/agendagenero.pdf

Documentário "O paradoxo da igualdade" (aviso que nos minutos iniciais aparece uma imagem obscena): https://www.youtube.com/watch?v=bPFvtCOLZZw

Livros didáticos do MEC incluindo a ideologia de gênero para crianças: http://educacerto.blogspot.com/2016/01/mec-nao-desiste-livros-de-2016-para.html

De que lado iremos ficar: da verdade e da defesa da pureza das crianças e jovens, ou da mentira dos ideólogos de gênero?

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Por que a insistência da Ideologia de Gênero nas escolas?



Sou muito ansioso. Resolvi então vasculhar daqui, fuçar dali.. Então achei um material de uma disciplina que cursarei na faculdade no 1º Semestre. E o material didático da instituição está repleto de conteúdo sobre ideologia de gênero.Dando uma lida constatei que fala-se claramente de "construção social" e aplica essa teoria à crianças menores de 10 anos.
Ora, não é nenhuma novidade que na universidade vão ensinar este tipo de coisa. Posto isso aqui pelo seguinte motivo: acredito que a maioria esmagadora de quem faz Pedagogia faça para ser professor(a) infantil; levando em consideração que muitos não estão ligados na questão da doutrinação, e que não tenha espírito crítico, logo engolirá o que o material diz e/ou o que o professor vomita na sala de aula sem pesquisar se de fato tudo aquilo é real.
Resultado: Os futuros professores de ensino INFANTIL estarão induzidos a aceitar e ensinar a ideologia de gênero para os vossos filhos. Isso somado as orientações e materiais do MEC. Você sente qual é o tamanho do problema?
Mas, mais do que reclamar da vida e achar que já era, que tal os bons se engajarem na luta? O ideal nós temos, faltam soldados.
Para você que não sabe muito bem o que é a ideologia de gênero, talvez até estudou-a na escola e/ou faculdade mas sem prestar muita atenção, acesso os links abaixo e saiba mais o que é essa nefasta ideologia que visa perverter a inocência e destruir todo conceito familiar tradicional:


Para entender melhor, deixo a seguir o link do livro "A agenda de gênero - Redefinindo a igualdade" por Dale O'Leary: http://www.votopelavida.com/agendagenero.pdf

Documentário "O paradoxo da igualdade" (aviso que nos minutos iniciais aparece uma imagem obscena): https://www.youtube.com/watch?v=bPFvtCOLZZw

Livros didáticos do MEC incluindo a ideologia de gênero para crianças: http://educacerto.blogspot.com/2016/01/mec-nao-desiste-livros-de-2016-para.html

De que lado iremos ficar: da verdade e da defesa da pureza das crianças e jovens, ou da mentira dos ideólogos de gênero?

Escola Politicamente Correta


Você já pensou como ficará as escolas com o politicamente correto? Tudo parece ofensa. De repente as aulas - de quaisquer disciplinas - viram doutrinações ideológicas. Bom, talvez não seja algo distante, já vemos situações assim.

No video acima foi mostrado de uma maneira criativa e inteligente, fazendo uma crítica cômica, do que seria uma Escola Politicamente Correta. Assista. De fato parecerá assustador. Mas mais assustador é que acham normal essas situações na escola real.



sábado, 23 de janeiro de 2016

O Milagre do Sol, “para que todos acreditem”

Quase um século atrás, o sol dançava na Cova da Íria, em Portugal. O significado e o alcance daquele acontecimento são, obviamente, muito maiores do que a própria mensagem de Fátima: a salvação das almas que Cristo comprou com o Seu sangue na Cruz.
EM OUTUBRO FAREI O MILAGRE, para que todos acreditem [1], disse Nossa Senhora aos três pastorinhos de Fátima, em 13 de setembro. O “Milagre do Sol” – como ficou conhecido o evento sobrenatural que se deu na Cova da Íria, um mês depois – transformou o que era uma mera "revelação privada" em um autêntico apelo de Cristo à Sua Igreja [2]. Não só o conteúdo da mensagem de Fátima dizia respeito à Igreja do mundo inteiro (afinal, quem está dispensado de rezar o Rosário ou fazer penitência pela conversão dos pecadores?), como a sua própria comprovação se deu publicamente, de maneira extraordinária: no dia 13 de outubro de 1917, “o sol dançou” diante de mais de 70 mil pessoas, homens e mulheres, pobres e abastados, sábios e ignorantes, crentes e descrentes.
No dizer de um eminente professor de ciências de Coimbra, o que aconteceu naquele dia foi que o sol "girou sobre si mesmo num rodopio louco". "Houve também mudanças de cor na atmosfera" e, por fim, "o sol, girando loucamente, parecia de repente soltar-se do firmamento e, vermelho como o sangue, avançar ameaçadamente sobre a terra como se fosse para nos esmagar com o seu peso enorme e abrasador". O parecer do Dr. José Maria de Almeida Garrett se conclui com uma perplexidade: "Tenho que declarar que nunca, antes ou depois de 13 de Outubro, observei semelhante fenómeno solar ou atmosférico".
Para o povo mais simples, o milagre se resume em bem menos palavras. Simplesmente, "o sol dançou". Mais do que descrever fisicamente o fenômeno, o que interessava à maioria das pessoas era o que não se podia ver, mas que ficara patente por aquela portentosa obra que eles tinham diante dos olhos: Nossa Senhora verdadeiramente apareceu a três humildes pastorinhos em Fátima.
A Lúcia, Jacinta e Francisco, de fato, mais do que ver o físico e pressentir o espiritual, foi dada uma visão bem mais abrangente da realidade: a Virgem,
"Abrindo as mãos, fê-las reflectir no sol. E enquanto que se elevava, continuava o reflexo da Sua própria luz a projectar-se no sol. (...) Desaparecida Nossa Senhora, na imensa distância do firmamento, vimos, ao lado do sol, São José com o Menino e Nossa Senhora vestida de branco, com um manto azul" [3].
Na última aparição da Virgem de Fátima, portanto, brilha aos videntes a imagem da Sagrada Família de Nazaré. Esse fato pode indicar – juntamente com uma recém-revelada carta da Irmã Lúcia ao Cardeal Carlo Caffarra [4] – que, realmente, "o confronto final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre a família e sobre o matrimônio". Quando o caminho ordinário de santificação da humanidade, que é o casamento, se encontra obstruído pela produção desenfreada da pornografia e pela popularização dos "pecados da carne" – os quais constituem, segundo resposta da Virgem à pequena Jacinta, a classe de pecados que mais ofende a Deus [5] –, o resultado só pode ser uma perda incalculável de almas (realidade a que a Mãe de Deus já tinha aludido, quando deu às mesmas crianças a visão do inferno).
Tal cenário desolador já tinha começado a delinear-se em Portugal, com a aprovação da lei do divórcio, em 1910, e a separação entre Estado e Igreja, em 1911. Compreensível, pois, que, soado o alarme, Nossa Senhora descesse do Céu para renovar à humanidade o apelo divino à conversão e à penitência.
Naquele 13 de outubro, em particular, a Virgem Santíssima tinha um pedido em especial, que ficaria gravado no coração dos pastorinhos. "Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido" [6], ela dizia. Antes da agitação que se seguiria ao Milagre do Sol, é esta a mensagem que porta aos homens a toda santa Mãe de Deus: que os homens parem de pecar e ofender a Deus.
A observadores mundanos, tal recado – combinado com a ameaça de um severo castigo – poderia parecer "arcaico" ou mesmo "irrealista" para o homem moderno. – Um "espírito" que vem dos céus para falar de "pecado"? Em que século a autora dessas aparições acha que estamos? – Pois bem, é justamente no século XX que Nossa Senhora aparece, e é a mesma mensagem de dois mil anos atrás que ela carrega consigo: "Fazei tudo o que Ele vos disser" ( Jo 2, 5).
Se, por um lado, os tempos mudaram, o ser humano continua o mesmo e os perigos que rondavam a humanidade na época de Cristo não mudaram. Para ser católico e seguir Jesus, nada tão básico quanto o apelo de Fátima: "Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor". Ali, o Milagre do Sol não existia apenas para confirmar a aparição de Maria, mas para realizar um outro milagre, muito maior e mais extraordinário que qualquer outro prodígio [7]: a justificação das almas, a conversão dos pecadores. "Para que todos acreditem" em Jesus e, acreditando, tenham a vida eterna. Para que, de inimigos de Deus e habitantes do inferno, os homens se transformem em amigos de Deus e herdeiros do Céu. Para que se diga, enfim, desta civilização pagã e ateia, o que foi dito dos primeiros convertidos à fé: "Onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Rm 5, 20).
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. ALONSO, Joaquín María; KONDOR, Luigi; CRISTINO, Luciano Coelho. Memórias da Irmã Lúcia. 13. ed. Fátima, 2007, p. 180.
  2. Cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 67.
  3. ALONSO et alMemórias da Irmã Lúcia. 13. ed. Fátima, 2007, p. 180.
  4. PICCIAFUOCO, Maria Pia. Il Cardinale racconta: Suor Lucia mi scrisse.... In: Voce di Padre Pio, mar. 2008, p. 74.
  5. ALONSO et alMemórias da Irmã Lúcia. 13. ed. Fátima, 2007, p. 125.
  6. Ibid., p. 97.
  7. Cf. Suma Teológica, I-II, q. 113, a. 9.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O HOMESCHOOLING é liberado no Brasil

Explico. Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, os tratados internacionais sobre direitos
humanos devidamente ratificados pelo Congresso Nacional (antes da emenda 45) têm status supralegal. Isso quer dizer que esses tratados são hierarquicamente inferiores à Constituição (lei positiva máxima), mas superiores às demais leis. Ora, o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), que é uma lei ordinária, diz: “Os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino” (art. 55). Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), que são tratados internacionais ratificados pelo Brasil, dizem o contrário e, portanto, prevalecem: “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos” (artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos); “Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” (Artigo 12.4 da Convenção Americana dos Direitos Humanos).
Ambos os textos são claríssimos. Repito: esses tratados são hierarquicamente superiores ao ECA e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Com efeito, não só o ECA e a LDB, mas qualquer outra lei que impeça o homeschooling perde a eficácia, pois os tratados mencionados têm status supralegal. Portanto, juridicamente, não há nada que proíba os pais de adotar o homeschooling para os filhos. E mais: outro direito que se depreende das aludidas normas é o de rejeitar qualquer conteúdo ministrado nas escolas regulares que seja considerado impróprio pelos pais, como o famigerado kit gay, por exemplo.
Vimos que não há qualquer óbice jurídico ao homeschooling no Brasil. Sendo assim, os pais poderiam adotar o método da educação em casa desde já, sem que para isso fosse necessária qualquer mudança legislativa. Porém, a coisa é um pouco mais complicada. O problema, quase sempre, é fazer valer esse direito dos pais. Os diplomas internacionais citados, plenamente válidos e eficazes no Brasil, são ignorados até pelos juízes, que continuam a usar o ECA para forçar a matrícula das crianças. Os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Mas creio que nem tudo está perdido. Cabe aos pais zelosos recorrer aos tribunais contra a tirania. Quanto mais processos houver, quanto mais o tema for ventilado na imprensa, na internet e nas esquinas, maior a chance de obter resultados favoráveis. Trata-se de uma guerra cultural a ser travada, com boas possibilidades de vitória. Afinal, não deve ser difícil compreender que a educação é assunto da família e da sociedade, não de burocratas do estado.
________________________
¹ Henrique Cunha de Lima é procurador do Ministério Público de Contas do Estado do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Esses jovens de hoje...

Quem nunca ouviu este termo: “Ai, esses jovens de hoje...”!? Normalmente é dito por pessoas um tanto quanto vividas que diante da vagabundagem, corpo mole, mordomia e afins nos mais jovens, começa a falar que “esses jovens” tem vida boa, não querem saber disso ou daquilo, porém, eles, trabalhadores, responsáveis desde cedo, tiveram uma vida muito mais difícil que eles.

O que quero vos levar a refletir, caro leitor, é o seguinte: será mesmo que o problema está nos jovens atuais? Não me levem a mal, mas, porventura o problema também não está nos pais de hoje? Para clarear: acredito piamente que o problema não está nos jovens, em sua maioria, mas sim na forma com que é conduzida a educação das crianças e jovens hoje.

Os mais velhos de hoje foram responsáveis mais cedo? Trabalhavam pesado? Os de hoje não? Julga-os de vagabundos. Mas, como foi a educação destes mais velhos? Com toda certeza foi muito diferente da educação das nossas crianças e jovens. Se mudou-se condução da educação, como queria resultados iguais? Claro que se havia de mudar algumas coisas, porém, o que houve mais se assemelha a um motorista que vai em direção a SP e muda a rota rumo ao nordeste; ora, mesmo mudando a rota queria chegar em Sampa?

Num passado não tão distante assim, as crianças e jovens tinham que ter responsabilidades. Logo eram inseridas no trabalho, muitas vezes não tão leve. Claro que não estou defendendo que se coloque uma criança de 5 anos sob o jugo de um trabalho pesadíssimo que caleja até adultos. Óbvio que não. Porém, vemos que se antes havia trabalhos divididos conforme a capacidade e entendimento de cada idade, hoje vemos mãos na cabeça, alisando, protegendo, mimando, e depois querem que resultado? Não se prepara mais para a vida!

Hoje uma criança acorda e já fica entediada: não sabe se brinca com o celular, video-game, TV, computador, etc. Não sou contra que crianças tenham acesso a eletrônicos, porém acredito que tudo deve respeitar a uma idade. Os pais largam os filhos com eletrônicos, não lhe dão responsabilidades, vivem nos joguinhos. O moleque já tem 10 anos e não pode lavar uma louça? Não, porque faz chilique. Aliás, muitos nem pedem. Muitos acham que é abuso colocar o adolescente de 13, 14 anos para lavar a louça que ele mesmo sujou. Enquanto num passado não tão distante assim, nessa idade já se trabalhava e ajudava em casa; seja com trabalhos domésticos, roça em casa, ou em algum comércio. Hoje, não, para alguns pedagogos e afins, um jovem de 12 anos não pode trabalhar, por exemplo, de empacotador num supermercado. Ora, anos atrás se trabalhava – falo de trabalho mesmo, não dos casos de exploração – e se formava homens e mulheres de bem; hoje se coloca uma superproteção que o impede de assumir responsabilidades. Resultado disso? “Esses jovens de hoje não prestam...”

Para dar um exemplo prático que pode ser comum a ocorrência nas casas, veja a seguinte situação: você tem um filho que sempre o criou nas regalias, nunca este precisou fazer nada. Agora, com 18 anos, você diz que ele tem que lavar a louça. Ele vai? Mas, a culpa é dos jovens de hoje, ou tua que passou a vida toda criando-o sem a responsabilidade de assumir pequenos afazeres domésticos? “Ah, trabalho pesado? Capinar? Esses jovens de hoje não querem. São mortos” - diz um homem ou uma mulher vivida, que joga indireta par o filho ou conhecido de 18, 19 anos, mas que, quando adolescente queria ajudar em algo mais pesado logo ouvia “não, meu bem, não precisa. Deixa que eu faço”. Aí quando você quer que o jovem faça algo, ele já foi acomodado e dificilmente fará isso.

E, como disse acima, e torno a repetir para que não me interprete mal, a questão do trabalho e responsabilidade a que me refiro é gradual, ou seja, conforme a idade e as condições de cada criança e/ou adolescente. Não estou falando para dar uma enxada para um menino ou uma menina de 5 anos. Mas o que quero que entenda é aquela ideia da famosa Educadora Maria Montessori, que dizia que criança sem trabalho dá trabalho.Ora, o seu método consistia exatamente nisso: dar liberdade, independência, responsabilidades, de acordo com a capacidade das crianças. Então ensinava-se as crianças a fazer pequenos trabalhos domésticos, de acordo com sua idade, como descascar verduras, por exemplo. As crianças podem assumir responsabilidades de acordo com sua idade. Podem e devem, por exemplo, guardar seus próprios brinquedos. Deve-se dar responsabilidades, e não criar essa superproteção que tranca a criança e o adolescente dentro de uma bolha. Porque se continuarmos não dando trabalho para as crianças, e fixando-as num marasmo de preguiça e irresponsabilidades, continuaremos tendo crianças e adolescentes que dão trabalho. E os frutos estão aí para não dizer que é invenção: jovens infratores, drogas, jovens rebeldes com os pais, etc. Será que se gradualmente, desde pequenos, fossem-lhes dado responsabilidades, não teria sido diferente?


Bom, o que nos resta é tentar responder, com o que acontece com as crianças e jovens próximos a nós: a culpa é dos jovens de hoje, ou dos pseudo-educadores atuais?

Se Maria não é Mãe de Deus... Jesus não é Deus?

Ao rebaixar a Santíssima Virgem Maria à uma mulher comum, o protestante ignorante está rebaixando Jesus à um homenzinho comum. Eis o trecho de um comentário que recebi no meu blog: "Deus e Deus ele nao tem mae ele e o criador de tudo..,. saiba diferenciar jesus e Deus" - Isso mesmo, o autor do comentário manda-me diferenciar Jesus de Deus.
Bom, ele estaria correto se Jesus fosse um homem. Mas JESUS É DEUS feito homem. Ele manda diferenciar Deus de Jesus, mas a Sagrada Escritura afirma:
"No princípio era o Verbo (Jesus), e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio junto de Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito. Nele havia vida, e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.[...]O Verbo era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem.[...]E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade." (João 1,1-5;9;14)
Ora, a Palavra diz que no princípio estava o Verbo, e que o Verbo estava junto de Deus e - segura essa, seu herege! - este Verbo (Jesus) era Deus. E o Verbo, ou seja, Deus se faz carne e habita entre nós. Se Jesus é Deus, e sendo Deus se faz carne e habita entre nós; todo o processo se deu no ventre puríssimo de Nossa Senhora. A carne de Jesus é 100% carne de Maria, o sangue de Jesus é 100% do sangue de Maria. Portanto, Maria Santíssima é Imaculada Mãe de DEUS sim! Qual a dificuldade em entender isso? Negar a maternidade divina e as demais glórias da Santíssima Virgem, é rebaixar o Cristo, afinal, toda glória dEla é reflexo da divindade de Jesus.
Se Maria fosse minha mãe carnal, Ela seria a mãe de um pecador qualquer; mas Ela é Mãe - ver-da-dei-ra-men-te MÃE DE JESUS CRISTO, DEUS DE DEUS, LUZ DA LUZ, DEUS VERDADEIRO DE DEUS VERDADEIRO, GERADO, NÃO CRIADO, CONSUBSTANCIAL AO PAI! Portanto, muito cuidado ao falar de Maria Santíssima, pois Ela gerou Deus em Seu ventre. Muitos se acham importante porque carregam uma bíblia debaixo do braço e podem pregar sobre ela, porém, Nossa Senhora teve Deus de Deus no Seu ventre. Joga fora esse orgulho, caro protestante, que tá feio!
Se a carne e o sangue de Jesus vem 100% de Maria, essa tua ignorância, irreverência, indiferença, ódio, vem 100% de quem? Só se for do diabo, pai da mentira e que tenta ferir o calcanhar de Nossa Senhora (cf. Gênesis 3,15). Afinal, Em Apocalipse 12,13-15 vemos que o dragão perseguia a Mulher (Mãe do Menino que deveria governar as nações; e se o menino é Jesus, óbvio que a Mãe é Maria - cf. Lc 1,32-33), e após a a Santíssima Virgem se retirar para o deserto, o dragão começa a vomitar um rio de água para tentar submergi-la. Esse vômito satânico contra a Mulher são justamente essas blasfêmias vomitadas contra Nossa Senhora. E as maiores atrocidades proferidas contra a Mãe de Deus são publicadas justamente nesses últimos tempos. Se você costuma falar mal de Nossa Senhora, desprezá-la, e até chamá-La de coisas que não quero citar aqui neste texto, saiba que você está a serviço do capeta vomitando blasfêmias contra a Mãe de Jesus.
Portanto, decida-se hoje: ou você é da descendência da Mulher (Maria) ou da do capeta (cf. Apocalipse 12,17). Quer ser de Jesus e blasfemar contra Maria e, nessa onda de rebaixá-La, rebaixar o Cristo, ganhar o Céu? Escolhe um lado: Capeta ou Nossa Senhora?
Faz o seguinte: converta-te a fé católica, confessa, e pede perdão a Virgem Mãe Imaculada! ;*
Salve Maria Imaculada, Mãe de Deus e nossa Mãe!

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Por que farei Pedagogia?

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Caríssimos tenho uma boa nova a anunciar-vos: voltarei para a faculdade. Não, não voltarei ao Direito, nem farei Filosofia, Teologia, Sociologia, Engenharia, nem tão pouco Medicina. O curso que farei é Pedagogia. Sim, irei fazer faculdade de Pedagogia.

Recupere-se do susto! Afinal, boa parte dos que contei pessoalmente da minha decisão faziam caras surpresas e/ou indicava outros cursos que seria bem mais rentável. Porém, a felicidade do homem está em cumprir a vontade de Deus, em assumir seu papel, dado por Ele, para alcançar a sua missão. Minha meta não é enricar, a vibe aqui é outra.


Para saber qual a razão - ou melhor, as razões que me levaram a optar pela Pedagogia, assista o video acima. Abaixo apenas farei algumas ponderações. Mas, tanto em uma como na outra cito pouca coisa, afinal foi todo um processo de amadurecimento, autoconhecimento, lutas, e manifestações providenciais de Deus mostrando-me o caminho.

Estava eu estudando um documento da Igreja chamado Sexualidade Humana: verdade e significado – Orientações educativas em família – do Conselho Pontifício para a família -, para preparar os videos da série sobre sexualidade no meu canal no Youtube; e então comecei a perceber o quanto o referido documento citava a importância não só dos pais, mas dos educadores nas escolas a respeito do tema. Fui vendo o ensinamento da Igreja, e constatando que foi completamente o contrário o que vivenciei no meu tempo de escola. Como já várias vezes citei, foram algumas funcionárias do Estado numa escola que estudei, e, numa turma de 5º série, quando eu tinha 10 anos de idade, dando orientações sobre sexualidade, falaram que os rapazes mais novos que não ejaculassem deviam aproveitar, afinal, não corriam o risco de engravidar nenhuma moça. Sim, isso foi falado numa turma de crianças. Eu tinha 10 anos. E quase 14 anos depois, como está essas coisas nas escolas? Então fui sendo incomodado por Deus, na minha consciência, de que alguém deveria fazer alguma coisa. E esse alguém não viria de marte, mas estava sentado lendo enquanto deveria unir isso ao agir.

Diante do MEC enfiando doutrinação marxista, da teimosia da imposição da ideologia de gênero; de vários professores marxistas apoiando tais absurdos e até estampando em redes sociais cartazes com dizeres “vamos ensinar gênero para o seu filho sim”; diante da calamidade educacional que podemos constatar, posso aplicar o que dizia Aristóteles: “Onde as necessidades do mundo e os seus talentos se cruzam: aí está a sua vocação”. Ora, não podemos apenas reclamar do mundo, caríssimos, não. Se vemos a necessidade do mundo, e se temos a capacidade para tal, a vocação dada por Deus, pecamos por omissão se ficarmos apenas no Facebook reclamando da vida enquanto deveríamos agir. Sim, devemos entrar nas universidades, pesquisar, estudar, se sacrificar, dar a vida. A pureza e a vida de uma criança valem todo e qualquer sacrifício. Mas, muitos não querem trabalhar na Pedagogia, ou serem professores de alguma outra matéria, porque não terá retorno financeiro. Quanto custa o futuro do país? A sua conta gorda no concurso badalado, enquanto tinha vocação pra ser professor, pode ser o preço de alguém que poderia ser e não é, porque fora lhe tirado a chance do saber, para dar-lhe estrume na escola.

A Pedagogia não é um curso para mulheres serem professoras infantis, não, não meus caros. A Pedagogia pe muito mais que isso! É estudar, trabalhar, pesquisar, respirar educação. É um campo muito vasto. Infelizmente desde que me decidi fazer Pedagogia, ao entrar em alguns grupos no facebook que são da área, me deparo apenas com alunos reclamando das faculdades, de problemas em matriculas, com notas, mas, no entanto, pouco ou nada se vê sobre a essência da educação: pesquisar, buscar uma solução, uma discussão sobre educação que seja não se vê. Apenas a mediocridade de quem quer apenas concluir o curso pra fazer um concurso público qualquer ou apenas lecionar numa escola fazendo o simples, reclamando do stress de ser professor e do baixo salário. Sim, o professor ganha pouco, é desvalorizado, mas, exatamente por isso ele tem que tomar o exemplo de Cristo, que em troca do Amor recebeu a cruz. Sim, recebamos a cruz do desprezo, mas demos-lhe de volta o ardor da nossa profissão, o ardor de quem quer mudar este mundo que jaz sobre o maligno, mesmo sem receber nada em troca, porque o futuro de uma criança vale mais. Ora, nas universidades não deveriam estar os corações pulsantes, joviais, a buscar novos métodos? Mas o que vejo é gente querendo fazer a mesma coisa, e os resultados da educação serão sempre os mesmos ou piores. Sim, porque nos entregamos a mediocridade de querer apenas um diploma, e não entrar pra história. Mesmo que não sejamos lembrados nos livros – essa não é a intenção -, mas se fizermos o que tem que ser feito, entraremos pra história de cada aluno que teve a vida transformada, que foi liberto das trevas da ignorância, que foi tirado de uma vida fadada ao fracasso – intelectual, moral, espiritual – mas que foi salvo porque apareceu um professor que amava a profissão. Mas, onde estão essas almas? Preciso encontrá-las para me inspirar.

Enfim, o fato, meus irmãos, é que perguntando pra Deus daqui, questionando-me dali. Achando-me fraco, incapaz, enfim. Repostas vinham, mas após as dúvidas também. O fato é que resolvi fazer a novena de Santa Teresinha do Menino Jesus. Essa novena é conhecida por quem fizer receber uma rosa como sinal da graça pedida. Ora, fiz-a perguntando para Santa Teresinha se devia mesmo fazer faculdade de Pedagogia. Durante a novena não recebi uma rosa, mas recebi uma lapada de glória, uma clareada. Fui pregar em Planaltina-GO, e num momento sai para fora do ginásio, e de repente uma duas crianças entravam de onde saía, e um garoto com um Terço no pescoço (para nós, católicos, o Terço é uma coroa de rosas pra Nossa Senhora) aponta para mim e diz: DEUS! - Perguntei “Quê?” Ele disse: DEUS! - Porquê? - questionei-o. E ele disse que porque sim. Ora, aquilo para mim era bastante claro. Como não responder ao clamor de uma criança que diz DEUS! Se não eu, quem dará Deus para aquela criança? Os marxistas que querem enfiar goela abaixo a ideologia de gênero? Estava claro para mim. Mas, apesar disso, fora da novena, na primeira sexta do mês – dedicado ao Sagrado Coração de Jesus – recebi uma rosa, exatamente no dia anterior em que faria o vestibular. Como um sinal de Deus por Santa Teresinha: força! É vontade de Deus mesmo, não é da carne. Coragem!

Um fato que até não contei no video, é que quando comecei a me questionar se devia ser professor, perguntava interiormente a Nossa Senhora e pedi-lhe um sinal. Fui então para a Câmara dos Deputados onde estaria sendo votado um PL pró vida; antes, porém, passei na Catedral. O fato é que quando estava na Câmara, e fui até o Senado com um amigo, pois lá também estava tendo audiência com a temática do aborto, um assessor foi apresentar-nos para uma pessoa, e disse: Esse é o Dr fulano, advogado, nos ajudou... E ao me apresentar (não me conhecia) apontou e disse: Esse é o PROFESSOR Anderson... Ora, até sorri, mas aquele assessor mesmo sem saber, foi usado por Nossa Senhora para confirmar o que perguntava em minhas orações. Falo isso só para verem que foi um longo processo e que Deus e a Virgem Maria sempre nos respondem, se nós clamamos de coração e se observarmos bem. Não esperem a voz de Deus vindo das nuvens, Deus fala-nos na nossa vida, nos nossos anseios, pelas pessoas ao nosso redor, por uma criança a dirigir-se a nós.

O fato é que aqui estou eu clamando aos vossas orações para que eu possa ser fiel às inspirações de Deus. Sei das minhas limitações (que são muitas), mas sei que não sou eu, mas é Deus que é capaz em mim. Devemos ser apenas dóceis a vontade de Deus. No fundo olho pra minha vida e digo: nossa, tudo faz sentido. Agora parece que se encaixa tudo. Temo o futuro, confesso, mas Jesus já venceu o mundo.

No mais, caríssimos, rogo-vos que se Deus vos chamar a trabalhar na área da educação, não recuseis. Não deixe de fazer Pedagogia, Letras, Matemática, Biologia, Física, enfim, se és chamado a ser professor, não recuse por causa dos baixos salários. A vida de uma criança vale muito mais. Sim, é justo lutarmos para que o professor seja mais valorizado. Mas de que adianta conquistar o mundo inteiro fazendo outras coisas que nos darão dinheiro, se não teremos a alma saciada por estar fazendo aquilo que Deus nos mandou. Deus provê, Deus proverá, Sua Misericórdia não nos faltará.

Se não tu e eu, quem Deus enviará?

"Os maus não são bons, porque os bons não são os melhores, porque os melhores não são ótimos e porque os ótimos não são santos." (Monsenhor Jonas Abib)

Abaixo posto duas citações do livro A alma de todo apostolado, onde vai citar o papel do professor (devemos ser professores de vida interior, de oração):

Após cinquenta anos de liberdade de ensino em França, após esse meio século que viu a eclosão de obras inumeráveis e durante o qual nos passou pelas mãos a mocidade francesa e logramos, nós católicos, o apoio quase completo dos governantes, qual a razão por que, a despeito de resultados aparentemente gloriosos, não pudemos formar na nação maioria tão profundamente cristã que lutasse contra a coligação dos sectários de Satanás? Certo que o abandono da vida litúrgica e a cessação da sua irradiação, sobre os fiéis contribuíram para esta impotência. A nossa espiritualidade tornou-se acanhada, árida, superficial, exterior, ou inteiramente sentimental, e não mais possui aquela penetração e aquele incitamento da alma que causa a liturgia, essa grande força de vitalidade cristã.
Mas não existirá também outra causa no fato de nós, padres, educadores, à míngua de vida interior intensiva, não termos podido gerar senão almas de uma piedade superficial, sem ideal poderoso e sem profundas convicções? Professores, não temos sido nós mais zelosos em alcançar o êxito dos diplomas e o prestígio da obra do que em dar às almas uma solidíssima instrução religiosa? Não temos despendido as nossas forças sem visar sobretudo à formação das vontades, para gravar em caracteres de rija têmpera a imagem de Jesus Cristo? E essa mediocridade não terá tido tantas vezes por causa a banalidade da nossa vida interior?

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O professor sem vida interior julga ter cumprido o dever, conservando-se exclusivamente dentro das balizas de um programa de exame. Se. fora interior, uma frase que lhe escapasse dos lábios e do coração, uma comoção que se lhe espelhasse no rosto, um gesto expressivo, que digo? só a maneira de fazer o sinal da cruz, de dizer uma oração antes -ou depois de uma aula, embora fosse aula de matemática, poderiam exercer maior eficácia nos alunos que um sermão.
 
Acesse o meu novo blog onde postarei coisas sobre Educação: Educa Certo!


sábado, 16 de janeiro de 2016

MEC não desiste: livros de 2016 para crianças de 6 a 10 anos vêm com Ideologia de Gênero




As crianças de escolas públicas e privadas que estudarem com os livros didáticos/2016 do MEC para a primeira fase do Ensino Fundamental serão informadas sobre arranjos familiares de gays e lésbicas, com adoção de filhos. Elas tomarão conhecimento de bigamia, poligamia, bissexualismo e transsexualismo. Aprenderão a observar melhor os próprios corpos e os corpos dos outros através de exercícios em sala de aula, orientados pelo livro didático. Os livros também lhes dirão das doenças sexualmente transmissíveis e dos mais diferentes métodos anticonceptivos. A ministração desses conteúdos se inicia já no 1º ano, onde os alunos têm 6 anos de idade e, numa gradação de complexidade, termina no 5º ano com alunos de 10 anos. 

A estratégia didática obedece ao princípio da repetição exaustiva do conteúdo. Durante o mesmo ano letivo o aluno ouvirá, lerá e fará exercícios seguidas vezes sobre esses assuntos com professores e disciplinas diferentes: Geografia, Ciências, História, Ciências Humanas e da Natureza, etc. O discurso único na diversidade de disciplinas e professores confere maior credibilidade ao conteúdo. Além das aulas expositivas, os próprios livros encaminharão os alunos para atividades complementares sob a orientação dos professores como: leitura de livros, filmes, músicas, debates e produção de cartazes. 

Trata-se da aplicação do princípio segundo o qual uma história, mesmo que fantasiosa, quando repetida várias vezes, adquire valor de verdade. Neste caso, o esforço do MEC é para atender os objetivos de desconstrução da heteronormatividade e do conceito de família tradicional previstos no Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3), assinado pelo presidente Lula em 21 de dezembro de 2009.  



O artigo 226 da Constituição é ignorado completamente pelo material didático para falar da formação de família. Isto caracteriza o desrespeito do próprio Governo com a Carta Magna, por meio do MEC. Enquanto a Constituição elege como base da sociedade a família que é formada pelo casamento entre "um homem e uma mulher",  os livros ensinam às crianças que não há um modelo padrão de família e que o casamento é a união de "duas pessoas" que independente do sexo. 

Mas o MEC também desconsidera a vontade majoritária do povo expressa por meio de seus representantes nos três níveis de parlamento, quando das votações dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação. Nessas ocasiões, a inserção da Ideologia de Gênero nos planos de educação foi severamente rejeitada pela maioria dos parlamentares. Como se não bastasse, esse tema é amplamente rejeitado pela maioria esmagadora da população, como demonstram pesquisas de opinião.






Diante da premeditada desobediência governamental às leis e a violação da vontade do povo para a educação moral dos filhos, o que fazer? Com os livros corrompidos pela Ideologia de Gênero chegando intempestivamente às salas de aulas quem defenderá às famílias da afronta governamental? O que poderá fazer o Ministério Público? O que poderão fazer vereadores e deputados estaduais para impedirem que os alunos tenham acesso a esses conteúdos? O que poderão fazer professores cujas consciências não permitam que eles ensinem essas matérias às crianças?  Como farão os pais diante da obrigatoriedade de manter os filhos na escola, mesmo sentindo-se indignados por terem seus princípios e valores para a educação da prole violentados pelo Estado?

Por enquanto, as leis estão do lado dos pais. A Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente asseguram a eles o direito pela educação dos filhos. Com base nesse princípio, o Procurador da República Guilherme Schelb elaborou uma "notificação extrajudicial" que o pai preenche e leva à escola. Nesse documento o interessado notifica à escola que não permite que seu filho tenha acesso a determinado tipo de aula. Em caso de desobediência, a escola e o professor são processados por danos morais e sujeitos a pagarem indenização. Este documento pode ser baixado no computador do seguinte endereço: www.bit.ly/protegerfamilias  
Assista ao vídeo do Procurador da República Guilherme Schelb com a explicação sobre o modelo de "notificação extrajudicial":


 

Muitas outras perguntas surgem nesse momento angustiante da educação brasileira. Que tipo de avaliação é feita sobre a maturidade física e psicológica dos alunos para receber esse conhecimento? Quais os possíveis processos mentais que são mobilizados nas crianças no momento da apresentação do conteúdo e depois dele? Que tipo de transformação pode ser operada na mente, em tese, e o que ela é capaz de fazer para a (re)formulação ou modelação do caráter e dos valores morais dos alunos? Este ensino pode estimular precocemente desejos e curiosidade sexual nas crianças? Quais as possíveis consequências que a erotização precoce das crianças poderão trazer para o futuro dos alunos e das suas famílias? Quais os tipos de conflito em casa poderão gerar a reprogramação dos valores dos alunos, principalmente os de formação familiar e de orientação sexual, que é operada pela escola?


Levando-se em consideração que os conteúdos em referência sejam puramente ideológicos, visto que carecem de experimentação e consenso científico, qual o respaldo legal que o Governo tem para adotar uma ideologia como política pública universal? 

De acordo com o MEC esta política de orientação sexual e familiar para as crianças visa criar no futuro uma sociedade idealizada que aceite bem as diferenças sexuais e familiares. Ainda conforme escritos nos textos que fundamentam essa ideologia, as famílias não estão preparadas para educarem seus filhos nesse tema pela influência que receberam da tradição familiar e da religião. 

Será mesmo esta a melhor estratégia para, honestamente, combater o suposto preconceito contra as diferentes orientações sexuais e arranjos familiares? Estão certos os que acreditam que este seja um argumento duvidoso porque a verdadeira intenção dos ideólogos de gênero é promover uma revolução sexual e de costumes a partir das crianças em idade escolar?



Há fundamento na hipótese que suspeita da possível "confusão de identidade" na adolescência que esse ensino sistemático de Ideologia de Gênero poderá trazer às crianças?  É natural que meninos e meninas, por volta dos 12 ou 14 anos tenha pelo menos uma amizade intensa com pessoa do mesmo sexo. Isto sem qualquer conotação amorosa ou sexual. São carne com unha, amigos inseparáveis, confidentes, cúmplices de sonhos e projetos. Os adultos, invariavelmente, já passaram por esta experiência. Pois bem. O aluno que recebe esse tipo de orientação sexual e familiar desde os 6 anos de idade pode assimilar tanto essa maneira de pensar a ponto de ficar mais propenso a confundir a amizade natural do mesmo sexo com amor ou paixão. E não seria este o objetivo implícito da ideologia? 

Para a realização desta pesquisa, foram verificados livros recomentados pelo Programa Nacional do Livro Didático/2016, do Ministério da Educação, que selecionou livros de 19 editoras diferentes. Tivemos acesso a 11 editoras e todas elas trazem o tema da Orientação Sexual e Familiar, de acordo com a Ideologia de Gênero. É provável que, em atitude de desafio à democrática vontade do povo e suspeitando da reação negativa das famílias dos alunos, além de professores, as editoras tenham firmado um pacto para que todas elas trabalhassem o assunto na mesma perspectiva.

Caso não haja agora uma dura reação da opinião pública, dos políticos, do Ministério Público e, especialmente dos pais, o MEC e as editoras continuaram avançando com essa imposição ideológica. Em vista disto, surge no mercado editorial brasileiro um nicho comercial de perfil conservador enorme que deverá ser preenchido por editoras dispostas a atendê-lo. 



Esses livros extremamente radicalizados na revolução da moral e dos costumes que chegaram este ano ao mercado não atendem aos interesses e aos valores das escolas conservadoras, notadamente evangélicas e católicas. Escolas que produzirem o próprio material didático, terão isto como diferencial para apresentarem aos pais de alunos. Além do mais, tomara que se levantem bons e talentosos escritores de livros didáticos e paradidáticos, como os literários e as cartilhas. Tomara também que surjam editoras sérias e comprometidas com os valores tradicionais para investirem nos projetos da nova leva de escritores.

Para finalizar, gostaríamos de esclarecer o leitor acerca da crença de que estamos dentro de uma Revolução Cultural de grandes proporções. O tema trabalhado neste artigo é apenas um viés dessa revolução que tem por objetivo provocar mudanças significativas na maneira de ser, pensar e crer da sociedade.  As culturas judaica e cristã, com seus valores morais e éticos não serem para esta revolução que trabalha no sentido de apagá-las da cultura ocidental.

A título de melhor compreensão do assunto, sugerimos a busca de textos e vídeos no google e youtube,  para leituras e estudos, dos seguintes nomes: Miguel Nagib, Guilherme Schelb, Prof. Felipe Nery, Olavo de Carvalho, Damares Alves, Marisa Lobo, Deuza Avellar, Fernanda Takitani e Padre Paulo Ricardo.

Conheça também o Escola Sem Partido, que luta contra a doutrinação política e ideológica no sistema de ensino. Conheça e divulgue para vereadores e deputados estaduais o Projeto de Lei Escola Sem Partido. Há no site duas versões prontas: uma para câmaras municipais e outra para assembleias legislativas. Baixe-as neste endereço: http://www.escolasempartido.org/
Conheça também uma das mais completas páginas no facebook sobre Ideologia de Gênero: https://www.facebook.com/Goi%C3%A1s-Sem-G%C3%AAnero-826643267416035/?fref=ts

A esperança não pode morrer! 
Ainda há jeito! 
Há tempo ainda para a reação!
Para enfrentar uma revolução cultural, somente uma contra revolução cultural!


Orley José da Silva, é professor em Goiânia, mestre em letras e linguística (UFG) e mestrando em estudos teológicos (SPRBC).


Seguem mais imagens retiradas dos próprios livros:


Qual o interesse dos autores do livro didático de escolherem apresentar às crianças uma família polígama? Não seria um trabalho de "normalização" para as crianças desse tipo complexo de união que os "progressistas" insistem em legalizar no país? É de notar a maneira positiva que essa família é mostrada na fotografia.


As diferentes famílias mostradas no mesmo espaço passam a impressão de naturalidade às crianças.


Uma família brasileira do século XXI, ou seja, avançada. Alguém consegue defini-la?




Este exercício refere-se ao contexto da fotografia acima. Observem que fala sobre direitos relacionados a temas abstratos, alguns de difícil alcance ainda para as crianças. Toca em crença religiosa, sexualidade e depois fazem a seguinte pergunta: Voces defendem a liberdade de as pessoas pensarem e agirem como quiserem? Certamente a questão tenta justificar o "avançado" modelo de família da foto com o argumento de que as pessoas têm liberdade para agirem como quiserem. Mas e as crianças? Elas têm essa mesma liberdade? O texto pretende instigar esse desejo de liberdade nelas, ou seja, de agirem como quiserem na vida sem a interferência de terceiros? O direito de agir como quiser é um direito pelo qual as crianças devem lutar? Vocês também não acham que tanto a foto (se é que ela representa uma união amorosa de 3 pessoas) quanto as perguntas do questionários sejam inadequadas para o nível de maturidade física e psicológica das crianças?


O MEC considera que alunos com 10 anos de idade já estão em atividade sexual para apresentar-lhes métodos anticonceptivos? Ele acha que alunos com 10 anos de idade já frequentam baladas e se relacionam sexualmente com qualquer pessoa? Essa criança pode dirigir-se à unidade de saúde e requisitar uma camisinha? Os funcionários da unidade de saúde também concordam em fornecer esse tipo de material para crianças de 10 anos? Esses infantis precisam fazer testes de aids, sífilis e hepatites virais, provavelmente adquiridos em relações sexuais? Mas este cartaz é direcionado justamente para as crianças dessa idade! 



Todo discurso é ideológico porque suas partes constitutivas são escolhidas pelo sujeito em meio às várias possibilidades. E essas escolhas são passíveis de questionamento. Pois bem. Os autores dos livros, ao apresentarem os pares gays e lésbicos, em todas as fotos, procuraram gente de boa aparência, bem vestidas e demonstração de felicidade. As crianças, em situação de segurança, passeando, brincando e alegres. Já com as famílias tradicionais, o mesmo cuidado não é percebido em todas as fotos Tudo isto conta para formar a opinião da criança que almeja por segurança, diversão e afeto.




Esta é uma forma de conhecer e perceber o corpo de si e do outro. Para mapear o corpo, é necessária a ajuda do outro. É preciso passar o marcador rente ao corpo. Esta é uma técnica que ajuda a desinibir e perder o receio de aproximar-se  do outro. Meninos mapeiam meninas, e vice-versa, meninas mapeiam meninas e meninos, outros meninos.