terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Como o feminismo conseguiu acabar com as mulheres e com os homens!

É incrível como estamos vivendo em uma sociedade doente. E se a sociedade como um todo está doente, como um médico devemos investigar onde está agindo este vírus, ou mesmo onde está alojado este tumor que faz a sociedade padecer. E se investigarmos bem, veremos que a família é que tem causado este mal; ou melhor, a falta de família. Sim, a família é a base da sociedade, e se a família vai mal, toda sociedade também vai no mesmo caminho. Por isso, se queremos uma sociedade sadia, devemos restaurar as nossas famílias. E digo família mesmo, e não os espantalhos que a mídia quer nos forçar a aceitar como família.
Talvez nada tenha sido usado de maneira tão exitosa para os interesses de quem quer destruir a sociedade ocidental (judaico-cristã) do que o feminismo. O feminismo é um movimento macabro de mulheres que dizem lutar pelos direitos iguais das mulheres em relação ao homem; mas na realidade só conseguiram transformar a mulher num homem mal acabado, bruto, e sem sentido. Muitas das mulheres que aderiram ao movimento feminista nos seus primórdios eram mulheres ricas, que não trabalhavam, sustentadas por seus maridos; e começou a lutar pelo grande direito de trabalhar. Vai lá, lutaram para conseguir os direitos iguais de também trabalhar nas minas de carvão, por exemplo.
Só que o interesse principal do feminismo não é abrir espaço para a mulher no mercado de trabalho. Sua função principal é destruir todo traço de feminilidade da mulher, é destruir o ser mulher, o sentido da mulher, a maternidade. Ora, a Maçonaria sabia muito bem que para tomar a sociedade e tentar destruir a Igreja deveria destruir a mulher; pois assim acabaria com as famílias e ganharia as crianças na sua mais tenra infância.
As mulheres começaram a dar ouvidos a essas lorotas feministas, e então começaram a abandonar o lar, largando seus filhos nas mãos de Deus sabe quem. Hoje muitas crianças não são educadas pela mãe, que tem essa principal função, mas sim pelo Estado que desde cedo infundi coisas erradas nas crianças fazendo-as perderem a inocência bem cedo.
O feminismo que prega a igualdade de gênero acabou transformando a mulher num modelo mal acabado do homem. Ante o “cafajestismo” de muitos homens, a mulher poderia – e pode – escolher entre um bom e um mal homem para se casar. Mas com o feminismo não, se o homem não presta, elas começaram a não prestar duas vezes mais. Se o homem trai, vamos trair antes; se o homem se embriaga, vamos pra farra; se o homem se droga, vamos pra “vida loka” também. Se o homem fugindo daquilo que Deus sonhou pra ele, daquilo que é a função de homem, é um pecado; as mulheres ao invés de fugir desses maus homens, se inspiraram neles para ser essa cópia mal acabada que vemos hoje.
Sendo assim, a família fica doente. Afinal, no lar deveria ter uma mulher virtuosa e um homem viril. E o que o feminismo fez? Em muitos lares temos “casais” em vida impura. Temos lares que é um querendo passar o outro: um querendo mostrar que o outro é melhor, que ganha mais, que pode mais. Um querendo mostrar pro outro que... Bom, não existe outro porque ensinaram que quando vai mal, descarta, divorcia (quando se casa, neh?); ou porque se tem relação casual sem compromisso, até se tornando mãe solteira. Aqui não é nenhum julgamento a quem vive nessa realidade, mas quero esclarecer que tudo isso é reação de uma ação. Tudo isso é fruto da árvore do feminismo.
A Palavra de Deus vai nos descrever algo belo sobre a mulher virtuosa: “Aquele que possui uma mulher virtuosa tem com que tornar-se rico; é uma ajuda que lhe é semelhante, e uma coluna de apoio. Onde não há cerca, os bens estão expostos ao roubo; onde não há mulher, o homem suspira de necessidade” (Eclesiástico 36,26-27). Ora, por isso a família, e consequentemente a sociedade, padece sem medida: onde está a mulher virtuosa? Cadê ela? A mulher é uma coluna de apoio para o homem, entretanto, quis ela tornar-se a pedra angular, a poderosa, a manda chuva... Perdoe-me o termo, mas... deu merda! Na sociedade e na família cada um tem sua função. A mulher é essa coluna de apoio para o homem no lar. A mulher sem ser essa coluna de apoio, o que acontece? Vai desmoronar. Onde não há mulher – diz a Palavra de Deus – o homem suspira de necessidade. A família inteira suspira de necessidade, pra falar a verdade. Onde não há mulher, o homem suspira de necessidade... Onde não há mãe, os filhos suspiram de necessidade; onde não há autênticas famílias, a sociedade suspira de necessidade.
Me dói o coração quando saio relativamente cedo de casa e logo me deparo com várias mães indo levar seus filhos à creche. Sabe porque me dói o coração? Porque elas amam seus filhos, e por amor fazem isso, mesmo sem saber que o melhor ato de amor seria ficar com eles. Os pequeninos no vento frio, embrulhados numa manta... E a mãe... A maioria das mães sente sim deixar os filhos. Mas sabe o que acontece? Comeram do fruto do feminismo. Elas são “obrigadas” a trabalhar porque têm que criar seus filhos. Isso é amor. Mas o que a criança necessita é da presença da mãe. Mas ela tem que trabalhar. Muitas trabalham sem necessidade, largam os filhos para ganhar mais dinheiro pra casa, pra comprar um carro mais novo, pra mostrar pro marido que é capaz, que ganha mais que ele... Quer trabalhar, trabalhar, pra ganhar mais dinheiro pra dar pro filho o que ela não teve (falo aqui nos casos que não há necessidade mesmo). Só que o seus filhos não querem a porcaria do video-game, do computador, da droga do celular novo, o seu filho quer você! Quantos casos escuto de quando se vai conversar com as crianças, elas falam que não queriam tudo da mordomia que as mães lhe proporcionam, elas queriam a mãe, e não o que a mãe lhe dá (bens).
Certa vez voltando da Missa presenciei uma cena engraçada, mas que de certa maneira parte o coração. Neste caso creio que era mulher que precisasse trabalhar. Ela ia com sua filhinha de uns 3 ou 4 aninhos de idade para deixá-la na creche (creio eu). A menininha, falante, falava que não queria ir pra lá, mas queria ficar com a mãe. Sua mãe, com voz entristecida dizia “mas a mamãe tem que ir trabalhar, filha, como que eu vou te dar as coisas se eu não for trabalhar” - mas a filha dizia que queria ficar com ela. Mas ante o anuncio de dar as coisas, ela citou por exemplo pra mãe comprar café... Veja, a simplicidade de uma criança. Eu não sei descrever a cena, faltou o que falar, enfim... Eu só sei que a mãe dizia que ia trabalhar pra dar as cosias pra filha, mas ela não queria tanto essas coisas, queria ela, sua mãe. Que dor para uma mãe que de fato precisa trabalhar, mas o que satisfaz a família é ter no lar para educar os filhos essa mulher virtuosa que é uma coluna de apoio.
O fruto do feminismo que muitas mulheres comeram não foi nem o de trabalhar, afinal, como no caso citado acima, a mulher necessitava trabalhar. Eu não sou maluco de dizer que a mulher deve largar o trabalho; mas também não devem largar os filhos. E é aqui que entra o fruto venenoso do feminismo.
Por que muitas mulheres têm que trabalhar para sustentar seus filhos? Ora, muitas são mães solteiras. E porquê? Simples, começaram a ensinar para as mulheres que elas podem fazer o que quiser, sendo assim, muitas aderiram aos filmes americanos, novelas, mídia, etc., que dizia que moças e rapazes são livres pra fazer sexo. Ora, o movimento Hippie pregava o famoso “paz e amor” que não é o que você pensa, mas sim maconha e sexo. Homens e mulheres pós “revolução sexual” começaram a entrar nessa libertinagem. Muitas garotas engravidaram e acabaram sendo obrigadas a trabalhar, porque além de pecar, muitas fizeram isso com rapazes que não assumiram os filhos e/ou moleques que não sustentam nem a si. E daí o feminismo vem querendo destruir mais ainda a maternidade dando como solução o aborto, sendo que o aborto além de matar a criança, traz traumas, doenças e até suicídio para muitas mulheres traumatizadas.
Será que essas mulheres seriam obrigadas a ter que trabalhar abandonando seus filhos, se ao invés de dar ouvidos as feministas e as mídias ao seu serviço, tivessem dado ouvido a voz da Igreja que ensina a viver a castidade no namoro tendo a primeira relação somente no casamento e sendo fiéis no matrimônio? Será? Como era a criação dos filhos antes do feminismo? Hoje as mulheres dizem que são obrigadas a trabalhar pra sustentar seus filhos, no caso um filho no máximo dois; antes do feminismo – perguntem aos avós de vocês – criavam-se 10, 11, 12, 13, vários filhos. E as mulheres trabalhavam? Sim, só que não abandonavam seus filhos. Muitos que são de interior sabem o quanto as mulheres trabalhavam para manter o lar, só que nunca deixaram os filhos. Porquê? Porque eram uma coluna de apoio para os seus maridos. Hoje está assim, porque as mulheres ou escolheram ser a pedra angular ou mesmo foram obrigadas a isso ante a necessidade ao ver que não tinham um homem para se apoiar.
Causa disso é a destruição do próprio homem. Muitas mulheres hoje em dia sofrem e são obrigadas a serem as “pedras angulares” porque o feminismo destruiu o próprio homem. Ante a crescente de mães ausentes, pais ausentes por causa de serem criados só pela mãe por não ter tido um relacionamento matrimonial ou pelo divórcio, nós vemos os homens sem serem homens. Nós temos a crescente de homens afeminados (sim, muitos casos de homossexualidade se dá pela falta de figura paterna, carência de pai); homens moleques, afinal, se a mulher deve dedicar-se a educação dos filhos, como que elas faram isso se temos hoje uma safra de homens vagabundos que querem passar a vida coçando... jogando video-game, mandando mensagem no Whats, sem trabalhar... Como que esta íngua vai sustentar uma casa? Se a mulher, pobrezinha, iludida com o homem moloque, se envolve, se casa (ou se junta mesmo) e o que acontece? É obrigada a trabalhar pra não morrer de fome. E antes de engravidar já tem um filho, o próprio marido. Mas isso se dá porque os homens não tem referências de pai, porque o feminismo destruiu a mulher que destruiu os novos homens. Hoje se faz necessário um grande processo de restauração do homem e da mulher. Porque se os homens fossem homens (e não homens brutos que xingam e vulgarizam as mulheres, pois isso só daria crédito ao feminismo) e não moleques e/ou cafajestes, o feminismo ruiria; afinal, uma mulher que é ou deseja ser virtuosa não trocaria um homem de verdade e ser uma coluna de apoio, para ser uma marionete feminista. Uma mulher quer um homem masculino, viril, que cumpra com suas obrigações; o homem quer uma mulher feminina, doce, virtuosa. Que cada um tome o seu lugar para que a sociedade fique sadia.



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