terça-feira, 4 de novembro de 2014

Por que dizer não à adoção de crianças por casais homossexuais?

Vivemos um dilema social que é o problema dos órfãos. E é bem verdade que este problema não é novo, mas podemos ver claramente o avanço cultural nesta área. Nos primórdios de nossa civilização não havia se quer uma assistência através do Estado, ou “órgãos públicos” por assim dizer, muitas vezes não funcionavam como deveriam as assistências básicas a estes esquecidos, ao passo que a adoção de uma criança ou adolescente órfão ficava na esfera da caridade religiosa e impulso pessoal. Com a evolução da sociedade, as questões sociais como a orfandade começou a se tornar um problema público, em que o Estado não só deveria interferir como ajudar as instituições caritativas, para dar uma dinâmica estrutural a este problema em busca de uma solução.
Para uma maior compreensão do artigo seguiremos a linha das minhas 4 linhas argumentações sendo que elas serão colocada em tópicos para maior visualização.
1-     Problema: Imposição cultural.
Hoje vemos que não curamos esta ferida social, mas avançamos. Porém não é difícil constatar que alguns grupos com a intenção de se consolidar, e estruturar suas opiniões usam de assuntos terminantemente sérios para se impor como solução. Isso se dá claramente na adoção de crianças por “casais” homossexuais. Não estou dizendo que estes casais tenham a intenção de impor seus dilemas sexuais aos outros, porém aqueles homossexuais militantes que estão por trás das leis de legalização das adoções por parte dos homossexuais, que assim se fazem de anjos guardiões que pouco estão se importando com estas crianças e sim, usando deste meio para conseguir se infiltrar na sociedade cristã a fim de satisfazer as organizações internacionais que pressionam o governo para uma nova moral mundial.
2-     Problema: Imposição homossexualidade como uma nova vertente sexual.
28Sabemos por estudos e principalmente pelo DR. Gerard Van denAardweg (Psicólogo PHD em Psicologia) que o homossexualismo não é genético, (para saber mais clique aqui) e sim da esfera comportamental ou traumática. Sendo assim o Dr. Gerard explica que a criança até atingir sua fase adulta de maturidade emocional, ela é totalmente influenciável e as condições de onde ela vive e com quem vive a influenciará a tomar para si suas características futuras na parte emocional, intelectual e sexual. Através dessa influência a militância gay vê a oportunidade de se consolidar na sociedade, fazendo das crianças presas fáceis e moldáveis para seus planos. Esta mesma estratégia é utilizada por exemplo através da cartilha Gay. Não estou aqui colocando um ponto final sobre a sincera vontade de um ou dois homossexuais de ajudar sinceramente uma criança órfã, mas sim explicitar que uma criação de uma criança por um casal homossexual não é benéfica e sim traumática para a criança que se verá em um ambiente que lhe trará confusão e questionamentos sobre si e sua sexualidade, questões que não são abertas a interpretações ou argumentações, como se houvesse uma escolha a qual sexo seguir, sendo sexo é uma característica inerente a vontade e não está no âmbito da faculdade de escolha. Todos nós se nos colocarmos nus em frente a um espelho veremos que temos o órgão sexual feminino ou masculino, temos útero e vagina ou pênis e testículos (independentemente de cirurgias), e não que alguém esteja impedido de escolher ser hétero ou não, pois isso é uma escolha que esta no campo ideológico, afinal isso é a liberdade de escolha, porém, não se pode igualizar a heterossexualidade com a homossexualidade como se ambas fossem biológica e geneticamente comprovada ser inerente ao ser humano; não há como apresentar o homossexual como um 3º sexo, e sim uma opção de vida e não um gênero sexual.
3-     Problema: Traumas psicológicos.
27Por mais que haja boa vontade, não podemos justificar uma caridade e passar por cima da moral e da ética. Os traumas psicológicos já podem ser vistos na sociedade como tal, se como o DR Gerard explica que o homossexual não é assim por natureza e tem a seu apoio estudos que comprovam suas afirmações, só podemos concluir que a homossexualidade esta no âmbito psicológico, constatamos isso ao vermos crianças confusas quanto sua sexualidade por ver nas escolas e na sociedade como geral uma difusão do “gayzismo” como uma vertente da sexualidade, as modas de roupas, estilos musicas, filme e novelas estão levando cada vez mais as casas das pessoas um homem feminino e uma mulher masculina ou a depravação moral em ambos os sentidos de vestes, conceitos estes totalmente confusos que na cabeça de uma criança causa grande tempestade de ideias imaturas quanto a si mesma. Não estou dizendo que necessariamente todas as crianças que fossem criadas por homossexuais seriam também homossexuais, mas sim que lhes trariam muitas dificuldades no desenvolvimento emocional. Dawn Stefanowicz que teve criação por parte de um pai homossexual descreve hoje através de seu livro os traumas decorrentes dessa criação que dificultou sua vida como um todo, e hoje após muitos anos ela faz palestras e luta contra a adoção de crianças por casais gays. Ela diz não como estudiosa ou psicóloga, mas sim como alguém que viveu este problema. Ao falar de seu passado ela diz: “foi complicado e traumático”, depois da morte do pai pela AIDS ela classifica sua criação por um pai gay como: “uma terrível experiência”. (clique aqui para ler a matéria inteira sobre a vida de DawnStefanowicz)
4-     Problema: Política fútil.
Como então sanar este problema? O problema não está relacionado à falta de casais para adotar crianças órfãs, mas sim na desigualdade social e no preparo de nossas crianças e adolescentes para viver uma vida sexual responsável, quanto mais pobreza, e falta de preparo na educação mais o número de órfãos tende a aumentar. Enquanto apresentarem a camisinha como o deus da prevenção ao invés da castidade, haverá crianças nascendo em lares desestruturados ou em mães totalmente alheias as responsabilidades maternais. No Brasil a lei mais apreciada é a lei do tapa buraco; a solução para os problemas são visíveis mas custa muita sinceridade 26e esforço para realizá-las. Por isso usam de alternativas para tentar sanar os problemas que facilmente encontrariam solução se o óbvio fosse executado, é o famoso “tapar o sol com a peneira” deixado de lado. Enquanto houver interesses de grupos minoritários sendo colocados acima dos interesses do Povo, aquela parte da constituição que diz “Todo poder emana do povo” é apenas uma grande “tertúlia flácida paradormitar bovino”. O povo brasileiro em sua maioria é terminantemente Cristão e contra a adoção de crianças por parte de homossexuais, ou será que irão negar isto também?
Autor: Pedro Henrique Alves
Revisora: Pâmela Hervatin

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