terça-feira, 31 de julho de 2012

O Canto das Írias

Espetáculo da Comunidade Católica Shalom. Este é um espetáculo profundo e edificante. Você conhece a Verdade? Assista o video, e veja se você está na casa da Verdade, ou se tornou uma íria.



SALVE MARIA IMACULADA!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Amar os que ninguém mais quer amar

           

             Salve Maria Imaculada!
            A sociedade em que vivemos está em um verdadeiro caos.  Para onde olharmos ou vivermos, estaremos de alguma forma, introduzidos em um mundo descristianizado. Talvez este termo “descristianizado” seja mais usado para contar como está a situação da fé em alguns lugares, como é de exemplo a própria Europa. Mas, a descristianização passa de certo modo onde nós estamos. Talvez, nós, com todo fervor que achamos que temos, sejamos a ação prática da descristianização no mundo.
            Não quero entrar no mérito de Liturgia, ou de doutrina mais profunda, aonde seria mais complexo. Mas gostaria de que nós refletíssemos se a vida em que levamos é digna de um cristão católico. Se pecar, renuncie ao pecado. Mas, como em algum momento encontramos Cristo, e nos tornamos bebês em Seus braços, chega o momento em que crescemos e temos que dar nossos passos. A Palavra de Deus vai nos ensinar que a fé: se não tiver obras é morta em si mesma (Tiago 2,17). E qual tem sido a nossa obra? Ficar apenas na internet, até falando de Deus, mas por vezes tendo respeito humano com determinada pessoa? Estamos falando do amor de Deus, até sentindo este amor, mas estamos levando ao invés de apenas falar? Sim, porque muitos falam do amor de Deus, mas só leva o amor de Deus as outras pessoas aqueles que amam Deus de volta. E como você tem amado o outro? Indo a Igreja? Muito bem. Mas, além da Igreja, tem amado o pobre, o corrupto, o ladrão, o miserável, etc? São Padre Pio dizia que Deus está duas vezes no pobre. Então porque não amamos o pobre, porque temos repulsa? (Vale lembrar que pobre aqui, não é apenas financeiramente, mas sim todo aquele que não conhece a Deus). As vezes é fácil pegar um microfone e pregar para as pessoas que já te esperam; difícil é ir em um hospital dar uma palavra de ânimo e de conforto para um doente terminal de câncer ou qualquer outra doença. Denunciar o pecado é relativamente fácil – não que seja errado, São João Batista denunciava o pecado do povo, e se faz necessário isso pois muitos se perdem por falta de conhecimento (cf. Oséias 4,6) -, difícil mesmo é falar do amor e do perdão de Deus dentro de uma penitenciária, por exemplo.
            Falo isso irmãos, pelo fato de que todo mundo se acha um Francisco de Assis ou uma Teresa de Calcutá na vida. Porém, o que mais ouço são comentários de condenação e preconceito com o miserável. A beata Madre Teresa de Calcutá já dizia: “As pessoas boas merecem nosso amor; as pessoas ruins precisam dele...” – Ou seja, tem um monte de gente precisando do nosso amor, e o que fazemos? Nós somos os piores, a pior raça de cristão. Pois conhecemos a Cristo, mas temos medo de dizer que Ele é o nosso Senhor, e de que para amar a Cristo também amamos aqueles que é causa de vergonha e escândalo para muitos.
            Dentre os inúmeros comentários que ouço, está aqueles contra os criminosos. Quanta falta de amor! E nem falo dos criminosos para com as vítimas, falo da sociedade para com eles. Sei que podem me chamar de louco e defensor de “quem não presta” (como alguns os classificam), mas se Cristo morreu na cruz também por Ele, porque eu também não posso dar a minha vida por um miserável que a maior pena que sofre é não ter uma experiência com Cristo? Talvez o seu e o meu pecado são maiores do que qualquer crime que tenha em uma penitenciária. Sabe por quê? Porque eu e você talvez já tenhamos tido uma experiência com Jesus, e sabemos muito bem o que é bom e o que é ruim (quanto mais aqueles que são escravos de Nossa Senhora, e assim romperam com as correntes do demônio). A maioria daqueles que lá estão, ouviram falar de Cristo, até tentaram conhecê-Lo, mas não tiveram um encontro pessoal com Cristo. Então, o nosso pecadinho é menor que o pecadão deles. Reflita...
            E sabe de quem é a culpa? Minha e sua. Mas como? – diz você – se eu não ajudei eles a roubar, matar, prostituir, estuprar, traficar, nem ensinei a ninguém a ser contraventor, enfim não ensinei a cometer seus crimes. Mas, como dito, a raiz de todo crime é um vazio que só Deus preenche. E, sendo assim, eles só estão na vida em que estão, porque não tiveram um encontro com a Pessoa de Jesus Cristo. E por que a culpa é minha? – me diz você neste momento-. A culpa é sua, porque enquanto ficávamos acomodados na nossa preguiça, não saímos a evangelizar. A culpa é nossa porque não damos catequeses consistentes. A culpa é nossa porque sequer saímos a dar catequeses. A culpa é nossa porque quando nos “convertemos” cantávamos e dizíamos com todas as letras que iríamos para onde o Senhor nos enviasse; mas depois fomos para onde era mais light, mais brando, e o pobre que se dane.. neh? As famílias e jovens favelados que se explodam, tentemos evangelizar o playboy filho de papai que cheira cocaína porque esta depressivo pelo fato da namorada(o) não ter atendido o telefone – não to dizendo que este não deve ser evangelizado, até porque é pobre também porque não conhece a Deus, mas falo isso porque muitos eventos católicos são elitizados mais voltados para quem tem uma boa renda familiar. Oxalá todas tentassem introduzir quem não tem condições em seus eventos -. A culpa é nossa porque queremos ser servidos e não servir.
            Prestei atenção que a maioria dos repórteres – em sua maioria os âncoras – que descem o cacete nos menores infratores e nos criminosos, nunca visitam os presídios para dar uma palavra de estímulo para mudar de vida. Pasmem, dentro da Igreja é assim também. As pessoas que vão em presídios ou coisas do tipo são, infelizmente, tratadas como santas, enquanto são tão ruins quanto outro ser humano, apenas porque vai a um presídio. Sei que não é o carisma de todos ir a hospitais, presídios, favelas, até boca de fumo, ou qualquer lugar aonde a Palavra de Deus necessite ser proclamada. Mas, NINGUÉM ter o carisma – ou uma minoria da Igreja – é inacreditável. Não dá para deixar os moradores de rua apenas nas mãos da Toca de Assis. Assim como também não dá para deixar os presidiários apenas nas mãos da Pastoral Carcerária. Enfim, já pensou em ir ajudar estes movimentos? Ou mesmo na sua possibilidade ajudar quem precisa com o material, e com o espiritual? Perdão, mas pobre não vai cair do Céu no seu colo como sinal de Deus não, pobre vai estar (e está) ao lado da sua casa gritando: EU PRECISO DE DEUS!
            Ainda falando dos repórteres, tem um que acho bizarro e sínico. Desce o pau nos menores infratores, dizendo que não prestam (e as palavras que vocês devem saber quais), que eles não mudam de vida porque não querem; etc. Aí o repórter que estava ao vivo em uma das unidades para menores infratores disse “Fulano, alguns jovens aqui assistem você e mandaram um abraço”. Aí esse repórter sorriu e disse “é alguns querem mudar de vida, mas não é todos...” Opa espera aí minha gente! Agorinha nenhum prestava, aí recebeu um elogio agora já tem alguns que prestam e podem mudar de vida? É assim que infelizmente temos tratado a evangelização. Só falamos de Deus para quem vai nos retribuir, nos elogiar, nos achar “santos”. Mas, para aqueles que julgando por um olho humano, teriam menos chances de deixar a Palavra penetrar no coração, já não queremos. Porque não queremos diálogos com assassinos, traficantes, etc. Mas, quem precisa mais do que estes, somos nós. A gente as vezes ficamos acostumados com glamour de bandas e pregadores que querem apenas aparecer, e ficamos querendo amar quem vai nos amar e gritar nosso nome. E assim, esquecemos as palavras de São Paulo que vai nos dizer: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!” (1Crontios 9,16) Então, renunciemos a vaidade e o orgulho, e nos decidamos por Deus. Pois só decididos por Deus, vamos parar de querer desejar apenas anunciar no altar aonde irei aparecer, e iremos querer adentrar nas celas, Hospitais, sarjetas, etc.
            As vezes reflito o porquê fazer isso se muitos não irão ter uma vida imediata na Igreja. Mas sempre vem ao meu coração, que para esses que aparentemente já estão perdidos, o meu falar de Deus é para que nem que seja na hora da morte eles lembrei do que Deus falou através da minha boca, e se arrependam, e de uma forma extraordinária possam ser salvos; e quem dera Deus, sejam eles levados pela Virgem Maria para junto de Deus. Já você, que se acha o “santo dos santos” porque ora em línguas, repousa, canta, conta piada, “planta bananeira no espírito”; você que acha saber mais que o Papa, inventor da tradição; onde estão as tuas obras?
            Vale lembrar que muitos que estão nos presídios e sarjetas já fizeram a catequese (mesmo que de forma incompleta). Então reflita se a catequese que você dá Sr catequista está sendo boa o suficiente para levar os jovens a se encontrarem com Deus. E mais, você que condena as pessoas por seus crimes, saiba que você também pode parar em uma penitenciária ou na sarjeta, só que não para evangelizar, mas para cumprir pena. Afinal, se a sua fé se baseia em emoções que não te levam a fazer obras, a sua fé é vã. Espero te ver em presídios, hospitais, sarjetas, ou em qualquer lugar onde as pessoas não conhecem a Deus, evangelizando, e não precisando ser evangelizado.
JPII e a pessoa que atentou contra sua vida.
           Lembro do Beato João Paulo II, que quando sofreu um atentado, não condenou a pessoa que tentou contra a sua vida. Mas, surpreendendo a todos, foi de encontro ao homem que atirou nele, na prisão, dando-lhe seu perdão.
            E como Jesus está a voltar ou você a ir ao encontro d’Ele pois você pode morrer a qualquer momento, lembre-se das palavras de Cristo: “Tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim”. (Mateus 25,35-36ss) E sabemos que quando fazemos isso a Cristo é quando fazemos ao necessitado. Espero que nenhum de nós venhamos a perder o Reino de Deus pelo fato de não ter amado Cristo no pobre.
            Salve Maria Imaculada!
            Shalom!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

E o Rock?

         




         Talvez nada cause tanta polêmica como a velha discussão: afinal, pode ou não pode existir rock dentro da Igreja? Existem os defensores e os opositores. Mas o que de fato pensa a Igreja sobre isso? Na realidade, o Papa Bento XVI ainda enquanto Cardeal, já havia falado contra o estilo musical “Rock”. Frase esta que é muito contestada pelas pessoas que aderiram ao estilo musical, e mesmo dentro da Igreja faz birra quando se fala contra. O engraçado é que quando falam contra a Igreja e contra todo o sagrado e tradicional da Santa Igreja, nada falam e, ainda, dizem que não se pode condenar. Mas condenam e distorcem as palavras de um Cardeal que veio a se tornar Papa.
         Pois bem, as palavras do Santo Padre enquanto cardeal foram estas: “O rock é uma expressão básica das paixões, que em grandes platéias pode assumir características de um culto anti-cristão. Portanto, não se pode pretender tornar pessoas cristãs com um som que é anti-cristão” (Papa Bento XVI). – Pois bem, já vi gente interpretar de forma que, o então Cardeal Joseph Ratzinger, teria condenado o Rock (mesmo católico), e também que só o teria condenado na liturgia. Mas, por acaso, liturgia não é toda ação do homem para com Deus? Claro que com certeza o Papa falava da Liturgia da Santa Missa. Mas isso não quer dizer que o Santo Padre o defende fora da Santa Missa.
         Vejamos a seguir algumas coisas a fundo do que o Papa Bento XVI nos disse. Muitos interpretam dizendo que, como dito neste trecho, o rock apenas “pode” assumir a característica de culto anti-cristão. Porém, a seguir, nosso querido Cardeal afirma que não se pode pretender tornar pessoas cristãs com um som que é anti-cristão. E isso não é apenas algo para ser seguido na Santa Missa. Por que, de regra, o Kerigma, ou seja, o primeiro anúncio da pessoa de Jesus Cristo se dá fora do templo, em eventos, porta a porta, etc. Então, não podemos distorcer, de forma até covarde, as palavras do Santo Padre, dizendo que ele não condena o Rock, fazendo assim apenas uma condenação na Liturgia da Santa Missa.
         Outros dizem que por não ter sido dito isso durante o Papado, não teria validade moral para ser seguido. Mas então porque tanta gente compra e ler livros de auto-ajuda, muitos até de padres, sendo que os mesmos não são papas, e assim não podemos segui-los (maneira pobre de falar, espero que tenham entendido o que falei). Quero deixar claro aqui, que quem quiser ouvir rock católico, o ouça. Mas, que fique claro, que não seria aconselhável. Não importa a letra, mesmo bandas católicas ou não, fazer rock com belas letras. O problema do Rock é o RÍTMO, na qual nasceu para adoração satânica. O próprio Raul Seixas disse que o pai do rock é o diabo. Aliás, o ritmo, alucina tanto, que outrora o mesmo disse que queria ir para o inferno. Isso é pecado contra o Espírito Santo, uma vez que por vontade própria, nega-se a salvação dada por Cristo na cruz. Mas não podemos dizer que apenas o Rock secular – por assim dizer – é o que deve ser condenado. Uma vez que a maioria dos que escutam os chamados “Rocks Católicos” também gostam de bandas seculares, que muitas vezes estrangeiras, trazem até nas próprias letras consagrações a satanás (mesmo em outras músicas falando de Deus). E, muitas bandas católicas, se inspiram nessas bandas seculares e demoníacas para fazer seu som “evangelizador”. Outras vezes, talvez pior ainda, bandas pegam a mesma base da música e trocam apenas a letra. O Rock leva a uma adoração pagã em seu ritmo, e não em sua letra somente. Tanto que o vocalista de uma famosa banda “católica” certa vez disse que para uma letra, fez um arranjo, e depois seus colegas disseram que já existia esse arranjo; e disse a seguinte frase “pra ver como fica na cabeça”. Deu para entender?
         Mas aqui vale lembrar que nem toda banda que use bateria, guitarra, baixo, etc., é uma banda de rock. Até porque não sobraria um ministério para contar história. Eu já vi gente dizer que Roberto Carlos era do Rock, porém, não podemos dizer que ele é um rockeiro. Temos que analisar toda a cultura do rock, para aí ver o que é certo e o que é errado. O review metal é, digamos assim o mais condenável , não tem como negar o estilo pesado e assustador. E muitas bandas assim o tem aderido. Um exemplo é uma banda que nem sei se ainda existe, que se chama (chamava) “Eterna”. Perdão por quem se sentir ofendido, mas não vejo como sair daí uma conversão com um som tão pesado, e ainda mais cantando em inglês. Tenho um colega que só escuta rock satânico e – pasmem – curte muito “eterna”. E o “eterna” o tem evangelizado? Não sei, mas nas últimas conversas sobre religião, este meu colega disse que queria ir para o inferno ou ver o diabo, pois no inferno – segundo ele – tem muitas bandas boas (e citava o nome) e Deus todos tem imagem de Jesus, e assim dá pra saber como é, já o diabo tinha ele uma curiosidade em saber como era. Opa, cadê a conversão? É óbvio que nem todo ministério de música vai converter todos as pessoas que o ouvem, porém, este estilo (em especial da banda citada) não é propícia a evangelização como disse o Papa Bento XVI ao afirmar que não se pode tornar alguém cristão com algo que é anti-cristão.
         Tem outra banda, famosa, em que não se passa um testemunho fiel. Não digo apenas no sentido de o que era, e o que é hoje. Mas, olhem a aparência transformada de antes de explodir nacionalmente, e como é agora. Maquiagem preta e tudo mais esta na lista. Como passar uma nova vida, se o que os artistas mostram é a mesma coisa das seculares? As letras dessa banda parece música para namorada(o). A palavra “adeus” é a mais próxima de “Deus”. “Ah, mas eles passam uma pela mensagem...” Se for por passar uma bela mensagem apenas, escutem apenas U2 que também trazem uma bela mensagem. Fora que só tem uma música que fala de Nossa Senhora. E, fazem muitos shows durante a semana, fazendo assim ficar de forma obscura a vivencia na Santa Missa. Em um especial com a banda, filmaram suas viagens, e – pasmem – esta banda só foi filmada em uma Missa e uma adoração. Missa esta que eles estava no camarim e apontando “jajá a gente vai torcar...” E assistindo a Santa Missa como é o correto? Fora o respeito humano, de não tomar posição na doutrina católica. O RÍTMO age tanto no subconsciente que, no show deles em que participei outrora, todos gritavam o nome do vocalista, e da banda, todos pulavam e etc.; mas quando chegou o momento da adoração ao Santíssimo Sacramento, muitos ali não tiveram nem a mínima reverência para com Jesus Sacramentado. Mas quanto ao choro do público gritando o nome do vocalista, muitos dizem que é o Espírito Santo, porém, até aonde eu sei, o Espírito Santo faz proclamarmos que Jesus Cristo é o Senhor (cf. Filipenses 2,10-11), e não “fulano de tal eu te amo”. Se a banda faz as pessoas irem aos camarins pedir autógrafo; mas não faz as pessoas irem ao sacrário adorar Jesus, ir ao padre confessar os pecados, e ir a Santa Missa comungar o Corpo e o Sangue de Cristo, foge delas.
         Uma outra banda, o vocalista em seu testemunho, até afirma que quando ele era “metaleiro” do rock secular, tinha esse tipo de coisa (consagração a satanás). Mas, ele foi transformado pela ação de Deus. Vejam, o problema do rock é o ritmo. Tanto que essa banda e algumas outras, quando fazem versões mais pro lado acústico, são ótimas. Deus deu um dom: tocar e cantar. Mas o que você faz com isso, mesmo inconscientemente, pode ser uma adoração a satanás. Para não vocês não dizerem que falo isso apenas pelo fato de que não sou desta cultura, lembro de um amigo que dá seu testemunho, aonde ele era metaleiro e se tornou bruxo. Ele mesmo fala que o rock, em hipótese alguma, pode ser utilizado para evangelizar. Antes deve ser feito uma santificação. Mas, o que vemos em muitas bandas não é santificação, mas banalização. Pessoas das bandas com pircings (nasceu do satanismo) e tatuagens (nem preciso falar neh). Muitos dizem que foi feito antes de se “converterem”, mas os pircings podem ser retirados. Eu mesmo no inicio da adolescência tinha um pircing. Quando coloquei, assim que sai da loja, a preção baixou e escureceu as vistas. Demorei ainda para poder voltar para casa. Depois de um tempo com este pircing, eu acordei certa vez com o dedo por baixo dele querendo arrancá-lo. Tenho para mim, que era talvez o Espírito Santo repudiando aquilo que estava em Seu templo. E as tatuagens, podem ser escondidas dependendo de onde são feitas, e ser exortado ao público que é errado. Coisa que a gente não vê. E as pessoas acham bonitinho, e até compartilham em redes sociais que a aparência não importa para Deus. De fato, não importa, e não podemos condenar – como pelo menos eu não o faço – mas da forma que falam, faz é incentivar as pessoas a usarem pircings e fazer tatuagem, com o slogan de que Deus vê o coração.
         Isso tudo faz parte da cultura do Rock. E isso é condenável. E tudo começa pelo ritmo. As pessoas dizem que o Rock converteu mais gente do que o “radicalismo”. Porém, as pessoas usam as palavras “radicalismo”, fundamentalista, etc., quando condenamos – ou pregamos contra – algo de seus gostos pessoais. Vocês conseguem imaginar Santa Maria Madalena antes de encontrar Jesus, e depois de encontrar Jesus? Pois bem, com toda certeza mudou. Vale aquela frase: “Deus te ama do jeito que você é, mas não da forma em que você está.” Já ouvi falar de casos de pessoa que era homossexual, e depois de acompanhamentos, havia renunciado o homossexualismo. Porém, ao ir em um show de Rock “Católico”, vendo as pessoas praticarem as mesmas coisas que ele fazia nos shows seculares, acabou caindo novamente em pecado. Não é de se admirar, como já disse aqui, em certo show de uma banda de rock que até admiro pelo testemunho do vocalista (não pelo ritmo de algumas músicas), garotos estavam se debatendo, e muitos fazendo sinais satânicos com as mãos. Pode isso? Muita gente do rock, mesmo “religioso”, creio eu, tem o sonho de fazer uma roda de slan, tocar fogo numa guitarra, etc. (o sonho dos chifres do diabo não tem importância, já que o fazem, e tem até padre dizendo que significa “Santíssima Trindade”).
         Tudo isso é causado pelo maldito ritmo. Mas o rock não é o único mal de nossa sociedade. Muitos comentários de defesa do rock, dizem “por que vocês não condenam o Funk, o sertanejo, o rap...”, por exemplo. E quem disse que não condenamos? O funk tem muitas batinas que são oriundas do candomblé. Já aí seria o bastante para ser condenada. Fora a maldita cultura da apologia ao sexo e crime. O sertanejo com músicas de libertinagem semelhantes ao funk, prega o adultério dentre outras coisas. O Rap com batidas fortes semelhantes ao Rock em determinados aspectos, quando unidas a letras de violência e apologia ao que não presta, também causa muito mal. Enfim, qualquer ritmo pode ser usado por satanás. A diferença é que o rock foi criado para o próprio demônio. E para quem ainda acha que ritmo não tem nada a ver: Quando pergunta para uma garota que escuta funk prostituído vulgarizando a mulher, porque ela escuta isso, o que ela responde? “Não escuto pela letra, mas pelo RÍTMO”. Assim é também com o rock, até porque se não o fosse, rock internacional em que não se entende nada não seria escutado. E o ritmo age de forma devastadora.
         Outros dizem que o demônio não tem poder de criar nada, e que nós é que dividimos a Igreja por condenar o Rock. Mas, vejamos o que Nossa Senhora de La Salette disse em suas aparições: “No ano de 1864, serão libertados do Inferno Lúcifer com um grande número de demônios; eles abolirão a fé pouco a pouco, mesmo nas pessoas consagradas a Deus. Irão cegá-las de tal forma que, salvo se elas forem abençoadas por uma graça especial, essas pessoas assimilarão o espírito desses anjos maus. Muitas casas religiosas perderão completamente a fé e muitas almas se irão perder. Os livros maus abundarão na Terra e os espíritos das trevas espalharão, por toda a parte, um relaxamento universal por tudo o que seja serviço de Deus; e terão um enorme poder sobre a natureza. Haverá igrejas dedicadas ao culto desses espíritos.” – Não fala especificamente do Rock, mas cabe aí neste contexto. Como vemos, Lúcifer sendo liberto do inferno com uma legião de demônios, ele teria até poder sobre a natureza. Quanto mais sobre pessoas consagradas a ele, para então criar um ritmo do inferno como o rock. E como disse Nossa Senhora, muitos de fato estão cegos a Verdade, e pegou muitas pessoas consagradas a Deus (como dito, até sacerdotes). E pessoas que realmente tem o dom e a missão de evangelizar através da música. Muitas pessoas consagradas a Deus foram pegas. Espero que obtenham esta graça especial que Nossa Senhora disse para serem salvos. Pois, se muitos assimilaram o espírito destes demônios, como algo divino... E outra, se livros maus se abundaram pela Terra, por obra satânica, vocês acham que música não seria? O demônio não brinca de ser mal, ele o é. Já nós, muitas vezes, brincamos de ser santos. “Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.”[Apocalipse 3,15-16]. O que terá de gente sendo vomitada.
         E outra da Palavra de Deus: “À maneira de filhos obedientes, já não vos amoldeis aos desejos que tínheis antes, no tempo da vossa ignorância. A exemplo da santidade daquele que vos chamou, sede também vós santos em todas as vossas ações” (1Pedro 1,14-15). A Palavra de Deus já deixa claro. Sejamos renovados no Espírito Santo de Deus, e não a falsa modificação do espírito dos infernos que Nossa Senhora disse. Até porque, tem gente que idolatra tanto o ritmo Rock, que se mesmo no Papado, Bento XVI decretasse que não se pode ouvir e tocar Rock, as pessoas fariam birra e desobedeceriam ao Papa. Quem segue a Igreja nunca erra. Então não me chamem de fundamentalista e radical pelo fato de não compactuar com o estilo musical de seu gosto; enquanto você idolatra um ritmo, várias bandas, e depois eu que sou “anti-cristão”? Voltemos a catequese...
         Salve Maria Imaculada! E em vez de se consagrarem ao demônio pelo Rock, se consagrem a Virgem Santíssim pelo método de São Luis Maria de Montford.
         Shalom!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Por que um escravo de Nossa Senhora deve usar as correntes como sinal?




Salve Maria Imaculada!
            Eis que por obra do Espírito Santo estão surgindo muitos Escravos de Nossa Senhora. Graças a Deus, bendito seja Deus por isso. Mas, por outro lado, por obra de satanás, têm surgido muitos escravos que mais parecem escravos refugiados em quilombos (e quilombo aqui entenda lugar de satanás para dispersar os Escravos de Nossa Senhora). Como sabemos, a Santa Escravidão, ou seja, a sua consagração a Nossa Senhora por este método, é eterno. Não tem como renunciar, pois, renunciamos nossos méritos e nos colocamos inteiramente nas mãos da Mãe de Deus. Não existe “ex- escravo” de Nossa Senhora. Existe ex-escravo de satanás, que de forma particular e própria tratada aqui, são os Escravos de Nossa Senhora, que renunciaram e romperam com os grilhões do pecado, e assumiu as correntes, a consagração total e perpétua à Santa Escravidão de amor a Nossa Senhora. Existem escravos que não renovam a consagração pelo menos uma vez por ano como é pedido (renovar é só para recordar e se por inteiramente novamente nas mãos de Nossa Senhora, no caso de não renovar não quer dizer que deixa de ser escravo. Assim como quando se renovava CPF, e a pessoa deixava de renovar o CPF ela não deixava de ser uma pessoa.). Mas também tem aqueles que até renovam, mas mais parecem terem vergonha de serem todos de Jesus pelas mãos de Maria, e assim nem usam as correntes da Consagração.
            É deste último que quero tratar aqui mais especificamente. Não que o primeiro seja menos grave, que de fato até chega a ser mais. Mas, infelizmente, muitos apostatam da fé, largam a devoção, simplesmente por não viverem a Escravidão em suas vidas. E um dos meios indicados para viver essa devoção é justamente usar as Correntes. Então o porquê não usar as cadeias? Quando nós vivíamos como ditava o mundo, não tínhamos vergonha de mostrar as coisas do mundo. Nós não nos envergonhávamos de mostrar o que éramos: escravos de satanás. E não digo antes de ser batizado quando espiritualmente somos escravos do pecado (até porque creio que a maioria foi batizado quando criança); eu digo de muitas vezes, com consciência, fazermos barbáries da nossa vida, do nosso corpo. Mesmo muitas vezes estando na Igreja de corpo, mas a alma e o coração assando no forno do encardido. Quem aqui que vivia uma vida depravada tinha vergonha de andar com camisinha na carteira, de dar camisinha, de usá-las, de falar de sexo, de ver filmes e revistas pornográficas? Quem outrora tinha vergonha de beber cachaça, ir pra balada, ficar embriagado, usar drogas, voltar destruído? Quem tinha vergonha de roubar, matar, se prostituir? Quem tinha vergonha de falar palavrão, viver como o mundo? Quem tinha vergonha de ouvir funk imoral (como se existe morais), ouvir sertanejos imorais, rock satânico, rap que propaga o mal, etc? Quem tinha vergonha de fazer tatuagens que são um grande mal, usar piercing, fazer consagrações esclarecidas a satanás, mentir, e tantas outras coisas do demônio? Pense no pecado que você tem, ou que tinha... Você tinha vergonha de ser assumido nesse pecado? Então porque se envergonha de usar uma corrente como sinal da Consagração a Nossa Senhora? Eu é que tenho vergonha de você se você não usa a corrente por própria vontade, dizendo que não precisa, ou como ouvi de um seminarista “meu sinal está no coração”. Se o sinal está no coração, as artérias deveriam estar pra fora, porque o que deveria ser visível para o mundo está guardado.
            É óbvio que existem casos extremos em que não se pode usar. Um exemplo é caso você entre em uma penitenciária, aí você terá que tirar a corrente. Ou em algum trabalho que não o permita. Mas ao sair do trabalho ou do local que você seja obrigado a tirar por motivos verdadeiros e justos, você tem o dever de recolocar as cadeias. Eu digo isso queridos irmãos, porque infelizmente muitos que vejo sem a corrente não usam por que não querem. Não tem nada que impeça. E então chego à conclusão que é vergonha de Nossa Senhora. Um consagrado de uma determinada comunidade que use sinal, ele não tira o sinal (só em casos que também seja necessário), então por que não usa também a  corrente da consagração a Nossa Senhora que chega a ser maior do que consagração a comunidade, congregação, etc. (a salvo caso de consagração sacerdotal, mas um padre só vive de fato seu ministério de forma santa se for consagrado a Virgem Maria, como o foi São Padre Pio).
            Vejamos alguns motivos para se usar as correntes, expostos por São Luis no Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem Maria: 238. Eis os motivos por que se usam estas cadeiazinhas:
1º Relembram ao cristão os votos e compromissos do batismo, a renovação perfeita das promessas batismais que ele fez por esta devoção, e a estrita obrigação em que está de se conservar fiel. O homem, porque se deixa levar mais pelos sentidos do que pela fé pura, esquece facilmente suas obrigações para com Deus, se não tiver algo que lhas traga à memória. Por isso estas pequenas cadeias servem para lembrar ao cristão aquelas cadeias do pecado e da escravidão do demônio, de que o santo batismo o livrou, e a dependência que, neste sacramento, votou a Jesus Cristo, e a ratificação dessa dependência, feita ao renovar os seus votos; e um dos motivos por que tão poucos cristãos pensam nas promessas do santo batismo, e vivem com tanta libertinagem como se nada houvessem prometido a Deus, como se fossem pagãos, é não trazerem nenhuma marca ou distintivo exterior que disso os relembre.
239. 2º Mostra que ele não se envergonha de ser escravo e servo de Jesus Cristo, e que renunciou à escravidão funesta do mundo, do pecado e do demônio.
3º Garantem-no e preservam-no dos grilhões do pecado e do demônio, pois, ou estaremos agrilhoados pelas correntes do inimigo, ou traremos as cadeias da caridade e da salvação: “Vincula peccatorum; in vinculis caritatis”.
         Como vimos de São Luis, é importantíssimo o uso das correntes. Lembro-me de um caso em que ouvi falar: Um pregador, escravo de Nossa Senhora, pregava em algum lugar; quando uma pessoa se manifestou, e então o mau ali manifestado na pessoa disse que só não pegaria ele (pregador) porque ele estava usando um sinal da consagração, mas que quando ele tirasse... Compreende queridos irmãos a necessidade de usar a corrente? E isso é fato, estamos mais expostos ao pecado quando sem corrente do que com a corrente. Não confunda aqui a corrente com “amuleto” da sorte ou contra o pecado. Mas fica claro que quanto mais expostos ao pecado, como vai dizer São Luis acima (ao dizer de as pessoas não viverem o batismo) é a falta de algo que as faça lembrar. Eu digo por mim mesmo. Quantas vezes eu já não estive em ocasião de pecado, e até consentir em meu coração praticar o pecado, mas, ao sentir e ver a corrente em meu braço, eu lembrar que eu sou propriedade de Nossa Senhora e que não devo ofender a Deus e viver a santidade. A tentação talvez tenha aumentado após a consagração, mas é justamente por estar a caminho da salvação (não estou salvo, apenas a caminho como todos os que desejam ir para o Céu) que o demônio vai querer sempre nos retirar do caminho da graça. E, para os consagrados, talvez o primeiro modo que ele faça isso é tirando as correntes dos seus braços, porque na hora que o inferno inteiro se levantar, não terá esta pobre alma nada para se lembrar de Deus, de Nossa Senhora, e refrear a tendência de pecar.
            Santa Teresa de Ávila em Castelo interior ou Moradas (Sobre vida de oração e as várias etapas [moradas] que a compõe) vai dizer ainda na segunda morada, que “Não há dúvida – aqui a alma passa por grandes sofrimentos. Especialmente quando, por seus costumes e condições, o demônio percebe ter ela capacidade para adiantar-se muito no serviço de Deus. Convocará todo o inferno para obrigá-la a sair do castelo.” Claro, estamos aqui fazendo uma analogia da vida de oração com a Escravidão, e tomando como objeto de observação as correntes. Mas, um escravo que reza e vive a sua consagração, ele sempre avança no serviço do Senhor, e assim é um perigo pros planos infernais. E, como vai dizer Santa Teresa, o demônio convocará todo o inferno para tirá-la do castelo (vida interior). Entendamos também aqui, que o demônio a quererá tirar do caminho de Deus, e principalmente da vivencia total da consagração a Virgem Maria. Vale lembrar que satanás não brinca em serviço. E você deve saber que um dos piores lugar no inferno são reservados para aqueles que outrora se consagrando totalmente a Virgem Maria, apostataram e não viveram a consagração. Você acha que satanás vai pegar leve com um escravo de Maria que é condenado a passar a eternidade em sua horrorosa companhia?
            E como o demônio age na vida da pessoa para ela não viver a consagração? No simples: tirando as correntes. Como já dito, pode ler o que São Luis disse e outros pontos do tratado que ele expõe os motivos de usar as correntes. Mas as pessoas com um espírito de falsa humildade, colocados especialmente pelo demônio, fazem as pessoas quererem ser virtuosas ao ponto de não usar a corrente para ser humilde, para não se expor muito e não querer ser mais que os outros. Mas, isso é artifício maligno, como a própria Santa Teresa de Ávila vai dizer na mesma obra referida aqui, que Deus a livre de pensamentos como (dentre os que ela cita) “vão me achar melhor que os outros, porque não sigo o caminho de todos”. E então, Santa Teresa diz “Valha-me Deus filhas! Quantas almas terá o demônio arruinado por este meio! Torcendo o conhecimento próprio, tudo parece humildade.” Como vêem, não usar a corrente não é humildade, mas sim fuga, desejo da carne, e repulsa de mostrar ao mundo que tem um Senhor (Jesus Cristo), um Pai (Deus), um santificador (Espírito Santo) e uma Mãe e Senhora (Virgem Maria). Para mim quem não usa a corrente são pessoas que ou fizeram a consagração por moda, e tem receio de usar as correntes; ou pessoas que não são convictas da consagração e assim viver segundo a sua própria consciência e não segundo o que nos ensina esta boa Mãe.
            E ainda é de grande valia lembrar que se a pessoa não consegue ser fiel no simples ato de usar uma corrente, como conseguirá ser fiel no ato de rezar o Rosário (ou terço), Coroinha de Nossa Senhora, Magnificat e as obrigações evangélicas, sobretudo assumir sua vocação? “Aquele que é fiel nas coisas pequenas será também fiel nas coisas grandes. E quem é injusto nas coisas pequenas o será também grandes.” (Lucas 16,10)
         Às vezes, confesso, é estranho estar em certos ambientes com uma corrente. Mas e se fosse uma corrente (pulseira) de ouro reluzente? Viu, o problema é onde está teu coração. Se as pessoas falarão mal de ti, ou te acharão mais santos que elas e outros, soberbo, etc., não te importe com isso, pois caso se importe com isso, é porque você peca pelo pecado do respeito humano. E este pecado, segundo as aparições de Nossa Senhora, é um dos que mais tem levado as pessoas para o inferno.
            E outra coisa muito importante. Nunca devemos perder oportunidades de se evangelizar. E o uso da corrente evangeliza. Quantas vezes pessoas não vieram a mim e perguntaram o porquê da corrente. E aí, falei que se tratava da Consagração a Nossa Senhora, indiquei-lhes o tratado e etc. Como também em outros casos, pessoas que já sabiam sobre a consagração, perguntavam se era corrente de Nossa Senhora, e viam tirar dúvidas quanto a Consagração. Se eu tivesse ocultado a corrente dizendo apenas que “o meu sinal está no coração”, seria menos pessoas a ser escravas (ou pelo menos saber da Santa Escravidão de Amor).
            Então, se te envergonhas de mostrar ao mundo que és todo de Jesus pelas mãos de Maria, Cristo terá vergonha de ti diante dos anjos no teu julgamento. Seja fiel! Seja Apóstolo de Maria! Seja verdadeiramente escravo da Senzala da Imaculada, e não escravo do quilombo do diabo.
            Salve Maria Imaculada!

 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Católico, está te faltando alguma coisa para sair da Igreja?


            Em dias em que se comentam e espalham notícias da redução do número de “fiéis” da Igreja Católica aqui no Brasil, me veio a mente um trecho da homilia da Missa de Pentecostes 2012, do Padre Moacir Anastácio (Brasília). Este trecho ao qual separei em video e publico logo abaixo, Padre Moacir vai perguntar aos católicos se está faltando algo para eles. Confiram a resposta.
            Nós católicos temos tudo. Algo que sempre costumo dizer, que o mau da mudança de religião – no caso abandonar a Igreja de Jesus Cristo – é por causa da heresia de querer fazer parte de uma igreja em que “eu me encontre”; enquanto na verdade, devemos estar em uma igreja em que eu encontre Jesus Cristo, a Verdade. E essa Igreja é a Igreja Católica Apostólica Romana. Só nela Jesus está verdadeiramente presente na Eucaristia, temos a tradição, as Sagradas Escrituras – e não somente parte delas -, temos Nossa Senhora como nossa Mãe, temos a Confissão para perdoar nossos pecados. Aliás, temos todos os sacramentos. E sem querer ser orgulhoso, somente na Igreja Católica Apostólica Romana é onde se encontra o ensinamento fiel e incorrupto de Jesus. Se você quer ser fiel a Deus, seja fiel a Igreja Católica.
            Se você é protestante, e duvida que a Igreja Católica é a única criada e fundada por Jesus Cristo, aconselho-te a fazer um estudo aprofundado e sério que descobrirás a verdade. E como deve saber: “conhecereis a verdade e a verdade vos livrará” (cf. João 8,32). De antemão posso fazer você pensar em algo pra tentar descobrir se a denominação que você participa é ou não Igreja de Jesus Cristo: Quem a fundou? (Se a resposta for você, um parente, um amigo, ou qualquer outra pessoa que não seja Jesus Cristo, esta não é a Igreja fundada por Jesus Cristo!) Ela tem sucessão apostólica? Ou seja, a fé foi ensinada pelos apóstolos? Para adquirir essa resposta é muito simples, veja quem são os superiores de sua denominação (ou no caso você – se for fundador e/ou superior) e veja de quem ele recebeu a fé. E de quem essa pessoa que lhe passou a fé recebeu a mesma fé, e assim sucessivamente... Chegaram a Jesus? Creio que se tratando de protestantes muitos esbarrem em Lutero como raiz dessa árvore genealógica. E Lutero antes de apostatar da fé era de que religião? Opa, chegamos a Igreja Católica, certo? E essa Igreja, tomemos os nossos Bispos como exemplo: De quem receberam a fé? E estes de quem receberam? Se você estudar com sinceridade, com toda certeza chegaram a Pedro, Paulo, Tiago, Simão, e todos os outros apóstolos. E estes apóstolos receberam a fé do próprio Jesus. E como disse Jesus: “Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco TODOS OS DIAS, ATÉ O FIM DO MUNDO”. (Mateus 28,20) Como vêem, Jesus fala pro colégio dos Bispos (Apóstolos) que ensinem o que Cristo ensinou, e que estaria Ele (Jesus) com eles (Igreja) todos os dias até o fim do mundo. Opa, então Jesus teria descumprido sua palavra de que “o céu e a terra passariam, mas sua palavra não passaria” (cf. Mateus 24,35)? Alguém está errado nessa história: ou Jesus Cristo é um mentiroso; ou então, estava equivocado Lutero e os seus seguidores atuais que dizem que ele foi erguido por Deus para reconstruir Sua igreja. Como se a Igreja fosse corruptível. Sendo que, o próprio Cristo, outra vez disse que as portas do inferno não prevaleceriam contra a Igreja (cf. Mateus 16,18-19). Eu prefiro acreditar em Jesus Cristo, que não é falho.
            Muitos dizem que a Igreja somos nós para negar a autoridade e autenticidade da Igreja Católica. Sim, a Igreja somos nós. Somos membros desta Igreja, sendo Cristo a cabeça. E assim, dizem que Deus não tem religião (cuidado se você é católico e compactua com este ensinamento até certo ponto herético, leia o que diz a Igreja e seus documentos a respeito). E assim, julgam não obedecer a homens, porque estes são falhos. E usam os lamentáveis casos de pedofilia contra a Igreja. Porém, esquecem-se que a Igreja é quem não erra, e não eu. Quer um exemplo prático e Bíblico? Judas Iscariotes também foi padre – uma vez que estava na Santa Ceia, que foi onde Cristo instituiu a Eucaristia o sacerdócio -, ou seja: desde o primeiro colégio de Bispos teve um corrupto. E nem por isso vi nenhum protestante negando os ensinamentos dos outros apóstolos nas cartas bíblicas pelo fato de um dos apóstolos terem se corrompido. A Igreja somos nós? Quando eu peco e erro, porque não usam da mesma maneira que quando acontece com um padre? Ou pior: se a Igreja de Cristo é apenas o povo - protestantes julgando eles mesmo em diversas denominações e ensinamentos diversos ser a Igreja – porque não largam a Igreja quando ele mesmo comete pecado, ou quando um pastor protestante é acusado do mesmo escândalo de pedofilia. Ou mesmo porque não viram ateus e atacam a heresia protestante pela Inquisição protestante – Essa, aliás, sendo a única que chegou a terra brasileiras. (Leiam sobre os mártires do Rio Grande do Norte, por exemplo).
            Enfim, fazendo parte da Igreja que é Pentecostal pelo fato de ter nascido em Pentecostes, nossa missão é sair nos quatro cantos do mundo e anunciar o Evangelho. Por isso o número de católicos no Brasil diminuiu. Por que aqui tinha – e ainda tem – pessoas acomodadas que não dão a cara a tapa. Mas, as pesquisas últimas mostram um lado bom: os católicos de IBGE estão diminuindo. Os mornos gelaram e assim são assumidos de uma vez contrários aos ensinamentos da Igreja – melhor que fingir ser católico enquanto não pisa em uma Paróquia há tempos. Ou mesmo aqueles que freqüentam, mas são desobedientes aos ensinamentos querendo seguir suas próprias leis -. Católico que é católico, tem que ser quente no Espírito Santo, para não ser vomitado e queimar no quinto dos infernos. (Se você se escandalizou por eu falar de forma dura, imagine se acontecer de você ser condenado por omissão, covardia, mornidão, enfim, por negar a Santa Igreja: “Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.”[Apocalipse 3,15-16] Como vêem, é a linguagem do Senhor que é dura, eu apenas a transmito neste blog e onde o Senhor me manda.)
            Termino com as palavras de Cristo ao pronunciar as palavras de fundação da Igreja Católica Apostólica Romana, dando a São Pedro a nobre função de Papa: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra eu edificarei a minha Igreja; as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus:tudo o que ligares na terra será ligado nos céus. E tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” (Mateus 16,18-19)

Testemunho de Luciane Ramos,consagrada Com.Shalom França.


 "Gostaria de vos escrever para contar as maravilhas de Deus na minha vida. Ele me protegeu no dia 12 de junho senti fortissima dor de cabeça (no mesmo instante não senti minhas pernas, como era dor diferente o Daniel chamou a ambulância).
Fui operada no dia seguinte (Santo Antônio de Padua) pois havia sido diagnosticado tumor no cérebro q...ue estava sangrando. Deus não cessa desde o primeiro momento de manifestar seu amor e cuidado: os médicos não me deram esperança de voltar a mexer os membros do ldo direito do corpo , e o que mais me doia era não conseguir fazer o sinal da Cruz (mas mesmo assim não deixei de fazer pois pedia ajuda de alguém).

Hoje ja mexo rapidamente os braços e consigo dar alguns passos me segurando em alguém. Escrevi até esse testemunho com caneta! Passei 14 dias no hospital e agora passarei bom tempo nessa clinica de fisioterapia aonde continuo o tratamento de quimioterapia e depois irei ao hospital para as sessões de radioterapia. O tumor ainda não poe ser tirado, mas se Deus quiser ele mesmo se encarregara disso. Me sinto como São Paulo privilegiada de sofrer por Cristo, pela Igreja e a Comunidade e nos nossos 30 anos ofertar esse presente à Comunidade.

Um grande presente foi minha consagração perpétua, feita aos pés de Pedro em Roma como o Moysés com João Paulo II. No dia 9 de maio, senti essa graça; quando pensei que fosse morrer, por causa da fortissima dor de cabeça, pensei de novo nessa graça do definitivo e vi que minha vida não mais me pertence,e la é toda de Deus para sempre, e se Ele quiser me levar não tenho mais direito sobre ela, não posso mais toma-la de volta, Senhor, a consagração perpétua nos liberta de nos mesmos e eu nesses dias não imaginem como encontrei a alegria em não mais me pertencer e em deixar Deus se servir do meu corpo como Ele quiser!

Peço a oração de todos para que Deus me cure se for para a Sua gloria, vivam esse tempo comigo em grande postura de confiança em Deus que sabe o que pede a cada um, de abandono como Jesus Na Cruz, de oração e de adoração pois na Eucaristia é que se passa o grande milagre, de penitência e jejum pois muitos precisam ser salvos.
Na alegria de pertencer a Deus para sempre,
Luciane Ramos"
 Fonte: http://www.facebook.com/FaceCatolico#!/photo.php?fbid=389789394416208&set=a.274997189228763.65905.271624399566042&type=1&theater